segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Esqueço o carpinteiro?

Ora bem, pondo a hipótese (remota, claro), do senhor não me enviar o orçamento que lhe ando a pedir há alguns séculos, tenho aqui uma alternativa que me parece agradável:


Isto, mas em preto

Esta tem 2 metros de comprimento (2 de altura e 25cm de profundidade), a parede para onde preciso da estante tem (entre interruptores) 3,70m. A minha ideia era comprar duas de 1,50m que ficariam lado a lado, com um intervalo entre elas. 

O contra: esta estante é para a sala dos miúdos... para pôr, além dos livros, dossiers, jogos, inutilidades e outras coisas feias ...  (e não tem nenhuma parte fechada para esconder essa tralha). 

A favor: acho-a bastante bela na sua simplicidade.

E agora? O que faço?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

E aqui está o outro muñeco

Se bem que a fotografia não faz jus a toda a lindeza dos candeeiros. 

(já a incrível potência da minha aparafusadora... é perfeitamente visível no tampo da secretária)  


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Então pronto, se só gostam com muñecos, arranja-se já um muñeco

E este é o muñeco mais avançado, ainda lhe falta uma estante (estou para aí há dois meses impacientemente à espera do orçamento...), e a coragem para furar as paredes (talvez daqui a um ano consiga fazer o primeiro furo...). De qualquer forma, e tendo em conta o ponto de partida verdadeiramente assustador de que dispúnhamos, tudo o que se consiga fazer é absolutamente maravilhoso.


terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Eu bem sei que vocês querem mesmo é falar de decoração

E eu, raios... andei ali mesmo baralhada durante o primeiro mês de casa, ai e agora, o que é que eu faço a isto, que está tudo desconjuntado, nada pertence a lado nenhum, mas a pouco e pouco a coisa lá se foi compondo, consegui mudar o verde Sporting do meu filho para um verde barriga de rã, consegui retirar as almofadas emoji do quarto da minha filha e fazê-la esquecer aquela ideia quarto-arco-íris faiscante e agora está tudo numa paleta de azuis tranquilos. E ontem chegaram os candeeiros - um de pé e outro de tecto-, e são tão lindos, mas tão, tão lindos que só me apetece ficar ali sentada a admirá-los, uma nuvens flutuantes que transformaram o quarto dela numa coisa mágica (bem sei que o meu crédito na escolha de candeeiros está pela rua da amargura, mas posso afirmar convictamente que são ma-ra-vi-lho-sos), depois o meu quarto também já está em andamento, a cama, as almofadas e a banqueta já lá estão, o candeeiro está em trânsito e amanhã vão tirar medidas para as cortinas e tapete e, por fim, estava a faltar sala, faltava-me encontrar um sofá lindão para a pôr em andamento, e caramba, revirei as lojas todas para encontrar um sofá como deve ser, confortável e bonito e só vos digo que estava prestes a declarar essa tarefa impossível e a contentar-me com a sala transladada da casa antiga. Foi na última loja, quando já estava a deitar fumaça e a achar que as lojas estavam todas malucas, com coisas sinistras, que o encontrei: azul meia-noite, de veludo, capitonné. Aguardo a sua chegada lá para o início de Fevereiro. 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

domingo, 23 de dezembro de 2018

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

E então, Palmier, como foi ontem o jantar em família?

Então, o meu filho contou-nos que o colega brasileiro da turma dele, só depois de alguns dois meses de aulas é que percebeu que um terceiro colega vivia em Linda-a-Velha e não em Linda Ovelha.

E pronto, foi isto.


(Ri-me tanto que nem consegui acabar de jantar)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Porque sei que estavam desejosos de ver a minha árvore de Natal

Ei-la!


A árvore proscrita. 

A árvore adquirida há uma semana, que esteve toda querida e fofa a enfeitar a sala durante uns bonitos oito dias, até que, de um momento para o outro, começou a deitar bichos! bichos mutantes!, um misto de carraça com aranha, de manhã não havia nenhum e à tarde estavam por todo o lado! Uma aflição! A pessoa viu um e, ah, que grande horror, um bicho!, depois olha melhor e, argh outro bicho, e quando olha mesmo a sério vê cinquenta. Então a pessoa entra em pânico, pega com a pontinha dos dedos num ramo da árvore, arrasta-a para a varanda, atira-a para ali, fecha a porta, cabum! e fica a ver a árvore infestada do outro lado do vidro. E então a pessoa senta-se no sofá a pensar como é que a vai tirar dali... é que, por dentro de casa, a árvore e sua bicheza não passa! 

Resta-me portanto atirá-la pela janela abaixo.

(problema(s): ser avistada pelos vizinhos a atirar uma árvore de Natal pela janela... a oito dias da festividade...)



quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

O casaco 2018



Foi logo em Agosto que despachei o assunto, um casaco sedoso, daqueles que apetece fazer festinhas como a um cão, lindo, fofinho e, claro, branco, branco como a neve, imaculado e puro. Enfim, era o casaco perfeito e teve de ser meu logo ali, a meio do Verão. Trouxe-o num porta-fatos, claro está, para estar bem protegido das poeiras cósmicas até à chegada do frio, altura em que sairia à rua e deslumbraria os transeuntes com a sua alvura. Depois o frio chegou mas nunca era dia de tirar o casaco do seu reduto, ah e tal, é bom demais para ir trabalhar, está frio demais para ele, está quente demais para ele, e havia sempre uma desculpa para recorrer aos meus casacos clássicos e intemporais bastante conhecidos de todos nós. Até que um destes dias disse para mim própria resoluta: não, não pode ser! Isto é uma estupidez, por este andar nunca hei-de vestir "O" casaco. É já hoje que vou quebrar este enguiço!

E assim fiz.



(ainda estou a recuperar do horror de dia que passei… sempre a ver onde me sentava, onde tocava, onde me encostava, com medo das migalhas, com medo que a fruta saltasse da fruteira, com medo do chocolate da colega do lado, a despir o casaco mesmo com frio para o dobrar muito direitinho longe de toda a gente, todo o dia em tensão, apavorada, no temor de o sujar. Depois cheguei a casa, respirei fundo e arrumei-o novamente no porta-fatos. Onde ficará num repouso eterno...)




terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Lamento arruinar-vos o dia de trabalho...

Mas ontem, ao jantar, o meu filho e eu tivemos a seguinte conversa:

- Mãe, lembras-te daquele jogo que às vezes jogávamos naquele computador do Algarve, aquele que tinha um ecrã que parecia um caixote?
- O Prince?...
- Sim, esse! Agora há uma nova versão na app store.




(pronto, é verdade que não tem aquela coisa do factor tempo, que só tínhamos 60 minutos para concluir os 12 níveis e sempre que morríamos três vezes voltávamos ao nível 1, é certo que o Prince já não se esborracha no chão (com aquele som plop) quando cai de muito alto, e também é verdade que já não fica caído numa poça de sanguinho politicamente incorrecto sempre que é fatiado pelas lâminas mas, ainda assim, serve perfeitamente o propósito) 

terça-feira, 27 de novembro de 2018

E no outro canto da bancada está a pessoa sozinha com a sua própria filha e uma simples mochila


E então lá fui a mais uma daquelas situações da minha filha andar de patins em concurso com outras meninas e, caramba, apesar de já não ser a primeira vez, não deixo de ficar boquiaberta com o ambiente, que aquelas coisa dos fatos sexy e cheios de brilhos dá pano para mangas às imaginações fervilhantes das mães, mas já nem entro por aí que, afinal, isso dos brilhos ainda acaba por ser o menos, o pior é mesmo a entourage de cada menina, os porta-fatos a serem transportados ao alto, como se contivessem o sudário de Nosso Senhor Jesus Cristo, dá licença, dá licença, dá licença, abram alas, abram alas, e lá vai o porta-fatos fuchsia com rebordo dourado a passar, seguido dos malões de rodas (para levar o que devia ser um maillot de prova) cheios de sabe-se lá o quê, os batons bermêlhos por todo o lado, os olhos esfumados com sombra preta, os apanhados próprios para noivas, os collants de renda, as transparências, as meninas com tshirts com o nome bordado a strass nas costas (Mariana, Kátia, Larissa…) e depois, bem… depois… até eu, que lá estava, tive dificuldade em acreditar …  as famílias!, famílias inteiras com tshirts iguais, mas nas costas acrescentam ao nome da menina : “Mãe da Mariana”, “Tia da Mariana”, “Avó da Mariana”, “Madrinha da Mariana”, todo um staff a reluzir por ali fora, a pentear, a maquilhar, a passar os fatos a vapor, a dar um pontinho nas mangas, a bater palmas frenéticas, a entoar cânticos…



quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Uma pessoa quer estar à vontade para escolher o seu próprio "abat-jour selva" sem ser alvo de olhares recriminatórios

Mas, depois, é confrontada com lojas de tecidos e fábricas de tapetes que escorraçam a pobre pessoa porque só vendem a profissionais.


Mas será que agora é mesmo obrigatório ter uma decoradora?


segunda-feira, 19 de novembro de 2018