Ontem enviaram-me um e-mail para a caixa de correio do blog (yeah!), a propor uma qualquer parceria publicitária (búú) e a pessoa, porque é bem educada, agradeceu o contacto e recusou. Essa parte é fácil, a pessoa sabe responder a essas coisas, a pessoa nos últimos anos aprendeu a dizer que não e gosta muito de dizer que não. Antigamente a pessoa tinha dificuldades em recusar coisas e dava por si a dizer que sim a coisas a que queria dizer que não. Mas, como ia dizendo, a pessoa recusou essa tal parceria porque a pessoa não é parceira de ninguém. Aliás a pessoa fica algo enfastiada com a ideia de parcerias. Agora, de repente, são todos parceiros uns dos outros e isso a mim soa-me a... hum... promiscuidade?! É que isto das parcerias parece-me que está a atingir níveis praticamente idênticos aos do hamburger gourmet (que eu, também, por mero acaso, provei um destes fins-de-semana ali para os lados de Santa Apolónia e ainda estou a tentar refazer-me da experiência - mas hey... a vida é feita para se ter "experiências", não é? Voltámos ao Renascimento e o experimentalismo é coisa top!). Mas, voltando ao assunto, que já me perdi outra vez, ia eu dizendo que recusei alegremente a dita parceria quando, de repente, se colocou uma questão de primordial importância: Tratando-se do e-mail do blog, e não sendo esta uma troca de mensagens entre pessoas blogosféricas com quem, de quando em vez, troco e-mails, como raio é que havia de me despedir?! Agradeço o contacto, ponto final? Sem mais nada? À papo-seco?! Agradeço o contacto. Hasta la vista baby?! Com os melhores cumprimentos, ponto final?! Com os melhores cumprimentos, Palmier?! Não... Palmier é demasiado íntimo... e olha... depois de muito pensar, optei por me despedir de maneira séria e formal, com nome próprio e apelido, como manda o figurino...
Com os melhores cumprimentos,
Palmier Encoberto
P.S E depois a pessoa fica a olhar para o e-mail e verifica que sim, que afinal é verdade, que, de facto, nos habituamos a tudo... até a assinar e-mails com nome de bolo...
P.S E depois a pessoa fica a olhar para o e-mail e verifica que sim, que afinal é verdade, que, de facto, nos habituamos a tudo... até a assinar e-mails com nome de bolo...



















