quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Porque, de repente, parece que a minha vida se passa dentro de caixas de e-mails...

Ontem enviaram-me um e-mail para a caixa de correio do blog (yeah!), a propor uma qualquer parceria publicitária (búú) e a pessoa, porque é bem educada, agradeceu o contacto e recusou. Essa parte é fácil, a pessoa sabe responder a essas coisas, a pessoa nos últimos anos aprendeu a dizer que não e gosta muito de dizer que não. Antigamente a pessoa tinha dificuldades em recusar coisas e dava por si a dizer que sim a coisas a que queria dizer que não. Mas, como ia dizendo, a pessoa recusou essa tal parceria porque a pessoa não é parceira de ninguém. Aliás a pessoa fica algo enfastiada com a ideia de parcerias. Agora, de repente, são todos parceiros uns dos outros e isso a mim soa-me a... hum... promiscuidade?! É que isto das parcerias parece-me que está a atingir níveis praticamente idênticos aos do hamburger gourmet (que eu, também, por mero acaso, provei um destes fins-de-semana ali para os lados de Santa Apolónia e ainda estou a tentar refazer-me da experiência - mas hey... a vida é feita para se ter "experiências", não é? Voltámos ao Renascimento e o experimentalismo é coisa top!). Mas, voltando ao assunto, que já me perdi outra vez, ia eu dizendo que recusei alegremente a dita parceria quando, de repente, se colocou uma questão de primordial importância: Tratando-se do e-mail do blog, e não sendo esta uma troca de mensagens entre pessoas blogosféricas com quem, de quando em vez, troco e-mails, como raio é que havia de me despedir?! Agradeço o contacto, ponto final? Sem mais nada? À papo-seco?! Agradeço o contacto. Hasta la vista baby?! Com os melhores cumprimentos, ponto final?! Com os melhores cumprimentos, Palmier?! Não... Palmier é demasiado íntimo... e olha... depois de muito pensar, optei por me despedir de maneira séria e formal, com nome próprio e apelido, como manda o figurino...

Com os melhores cumprimentos, 

Palmier Encoberto

P.S E depois a pessoa fica a olhar para o e-mail e verifica que sim, que afinal é verdade, que, de facto, nos habituamos a tudo... até a assinar e-mails com nome de bolo...

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Ai loja, loja... e a vontade que eu tenho de dizer o teu nome...

Exmos. Senhores,

1.       Na passada Sexta-Feira, dia 8 de Novembro, entregaram em minha casa os sofás referentes à V/ encomenda nº ----------;
2.       A minha empregada recebeu os sofás e assinou a guia de remessa (onde terá atestado, sem se aperceber, que os ditos sofás estavam em perfeitas condições);
3.       Quando cheguei a casa, umas horas depois, verifiquei que um sofá estava rasgado num dos cantos;
4.       Fiz imediatamente um e-mail para a V/ loja (anexando fotografia) dando nota do sucedido;
5.       Recebi um e-mail da loja a acusar a recepção do meu e-mail e a dar nota que o mesmo seria reencaminhado para os V/ serviços pós-venda;
6.       De seguida e tendo em conta o dito rasgão fui verificar os sofás com mais atenção;
7.       Verifiquei que ambos (tanto o grande como o pequeno) estavam mascarrados num dos cantos;
8.       Considerei, no entanto, que a sujidade do mais pequeno (apesar de visível) não era muito grave e que, como tal, não carecia de ser substituído;
9.       Considerei ainda que, uma vez que já tinha reclamado do rasgão – e que isso era condição mais que suficiente para que o sofá fosse trocado – não era necessário enviar fotografia da dita sujidade;
10.   No entanto, no Sábado, dia 9, desloquei-me à V/ loja das e mostrei as fotografias a duas das V/ funcionárias (o nome de uma delas é ********, a outra desconheço o nome);
11.   Aproveitei ainda a minha deslocação à V/ loja para adquirir mais um sofá de um lugar (nota de encomenda ------------);
12.   Tendo em conta o sucedido com o sofá de três lugares, a Sra. D. ********** disse-me para não agendar a entrega do novo sofá de um lugar, já que, quando falasse com o serviço Pós-Venda, deveria solicitar que o mesmo me fosse entregue aquando da substituição do sofá de três lugares;
13.   Fiquei a aguardar o contacto do dito serviço Pós-Venda. Que não aconteceu…
14.   Assim sendo, hoje, contactei eu própria o serviço Pós-Venda…

E se, até este momento, estava perfeitamente tranquila e, apesar do percalço com o sofá grande, confiante nos V/ serviços (realço, aliás, a simpatia com que o Senhor ********** e a Sra. D.************* me atenderam), confesso que, neste momento, me encontro em “ebulição”…

15.   Atendeu-me do Serviço Pós-Venda a Sra. D. ######### que me disse que a reclamação estava a ser analisada e que não tinha uma previsão para a resposta, já que o assunto era complicado, uma vez que os transportadores garantiam que tudo tinha sido entregue em perfeitas condições, conforme atestava a assinatura (pela minha empregada) da guia de remessa;
16.   Depois de muito insistir, lá consegui “arrancar” que me responderiam entre hoje e amanhã;
17.   De acordo com o que me indicaram na V/ loja, referi o assunto da entrega do terceiro sofá;
18.   A Sra. D. ############## mandou-me ligar para a loja, “que ali no Pós-Venda, tal como o nome indica P-ó-s-v-e-n-d-a” – foram estas as suas palavras- não tinham nada a ver com isso – ora... uma vez que eu já paguei o dito sofá, parece-me que Pós-Venda é o serviço certo para me tratar dos assuntos (sobretudo quando foi isso que me foi indicado na V/ loja)…

E foi assim que chegámos a este e-mail…
Têm aqui deste lado uma Cliente verdadeiramente descontente. Uma cliente que comprou três sofás (primeiro dois sofás e, de seguida, comprou um terceiro) e que quer apenas que os mesmos lhe sejam entregues em “estado novo”. Porque, para velhos, tinha os antigos que, curiosamente, estavam em melhor estado do que o que me entregaram na passada Sexta-feira…
Aliás… nem percebo qual é a questão… será possível que considerem que, entre o meio da tarde (altura em que entregaram os sofás) e o fim da tarde (altura em que cheguei a casa e enviei o e-mail) estive entretida a destruir um sofá?! Com o estranho intuito de… tcharan!... receber outro exactamente igual?!

Apresento os melhores cumprimentos e aguardo a V/ resposta no mais breve espaço de tempo,


A pessoa recebe um e-mail do seu consorte...

Com uma fotografia do próprio, com indicações de utilização da dita e com a sugestão de pesadas sanções em caso de incumprimento.


E a pessoa, que quer ver o seu consorte satisfeito, acha que o seu pedido é extremamente modesto e, para complementar, já preparou umas t-shirts para a família toda (Cutxi incluída)*! 

P.S. Agora só estou à espera que me devolvam o carro com a fotografia de consorte devidamente estampada no capot!

* Tendo em conta o número de interessadas, comunico desde já que mandei imprimir t-shirts para todas vocês!   




Ainda estou para perceber aquilo...

De se escrever um post ou de se deixar um comentário que finaliza com "é a minha opinião" ou "eu acho". É que, em excluindo aqueles casos excepcionais em que as pessoas estão possuídas por Belzebu ou que a sua escrita foi subitamente tomada pelo síndrome de La Tourette e aqueles outros em que se abriram aspas para fazer uma citação, todos nós partimos do princípio que sim senhor, que aquela, é a opinião de quem escreve... Seria talvez mais fácil fazer a contrario e avisar no caso de não se concordar com o que se escreveu. Assim uma coisa no género: "atenção que eu escrevi isto mas estou em total desacordo com as minhas próprias palavras!" Seria mais simples, digo eu...

Olhem, é a minha opinião!




segunda-feira, 11 de novembro de 2013

E agora que já sou a feliz possuidora da bota da moda...

Sinto-me imensamente estúpida por, em vez de ter trazido o meu Puro-Sangue Lusitano, ter vindo trabalhar de carro...

Eu acho que devia existir uma entidade reguladora dos eventos de moda infantil!

É que, caramba, nós temos o direito de saber qual é, afinal, o maior evento de moda infantil blogo-patrocinado! É que isto assim é indecente! A pessoa quer saber qual é efectivamente o evento Coca-Cola e o qual é o evento Pepsi, porque, como é evidente, a pessoa só se tem interesse em deslocar-se ao melhor dos melhores e, depois, fica confusa! É que isto não é a terra de ninguém, isto não é uma selva! Não basta a pessoa chegar aqui e dizer que o seu evento é o maior e o melhor! Temos de ter provas, senhores! Provas! Afinal em que ficamos?! Digam-me! Eu cá acho que temos de tirar isto a limpo! E quanto antes, melhor! E, já que a DECODEMI (Defesa do Consumismo Desenfreado dos Eventos de Moda Infantil) não toma as medidas adequadas, eu proponho uma cuidada contagem dos visitantes à boca de cada um dos eventos, para cabal esclarecimento da verdade. Fica desde já determinado que, em caso de empate, as bloggers patrocinadoras dos eventos a concurso poderão utilizar como "kicker" a soma do peso (em quilos) de todos os laços das crianças participantes. Assim sendo, aconselha-se ao uso dos maiores laços existentes no planeta já que, em caso de empate, aquela que conseguir reunir o cabaz de laços mais pesado, sagrar-se-à vencedora!
Boa sorte!




sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ele dá erros ortográficos, sim! Ele dá erros de pontuação, sim! Mas, caramba, às vezes também tenho direito de exibir o meu filho!

Um grande escritor

Era uma vez Vasco, um grande escritor. Ele tinha escrito centenas de livros, muitos deles vencedores de prémios! Um dia, ia a meio de um dos seus livros quando, de repente, se lembrou:
- Escrevo livros há vinte anos! Para quê? Eu ganho dinheiro, sim! Eu ganho prémios, sim! Mas para quê? Afinal eu não quero nada disto! Eu só quero que mais pessoas leiam! Apenas as pessoas "soft" é que lêem os meus livros! Eu quero que toda a gente os leia! Não para ter fama mas para as pessoas apreciarem as preciosidades que são os livros!

Sendo certo que até à penúltima frase pensei que isto pudesse ser uma reflexão da Margarida Rebelo Pinto sobre o seu trabalho, quando cheguei à última frase percebi que era demasiado profundo e não tive dúvidas que, afinal, se tratava de uma composição do meu próprio filho de dez anos.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Ontem Palmier chegou a casa...

... pensou, pensou, e decidiu que aquele era o momento ideal para aplicar no seu belo rosto uma máscara de hidratação profunda, por forma a que hoje estivesse ainda mais bela que ontem. Assim pensou, melhor o fez. Palmier dirigiu-se aos seus aposentos, trocou de roupa, abriu a embalagem, retirou as películas embebidas em creme, aplicou-as na cara e, num momento verdadeiramente SPA, deitou-se na cama para aguardar os dez minutos indicados nas instruções. Eis senão quando Palmier começa a ouvir o alarme da casa da sua vizinha de cima a tocar. Palmier achou estranho uma vez que é do seu conhecimento que a vizinha está ausente em país estrangeiro. Palmier ainda pensou encetar uma perseguição aos ladrões... imaginou de imediato a sua imagem na notícia de abertura do telejornal da TVI, antevendo a história de coragem, de heroísmo, a popularidade, a fama, a glória... No entanto, Palmier olhou-se ao espelho e considerou que o seu estilo não era o mais adequado para uma perseguição daquela natureza. Assim sendo, Palmier deixou-se ficar deitada no seu leito até que... tocaram à campainha. Nesse momento Palmier decidiu que tinha de agir, levantou-se num salto e dirigiu-se ao hall para impedir que os seus filhos abrissem a porta a possíveis meliantes. Acontece que os seus filhos já estavam à porta e, apesar da mesma se encontrar fechada, entabulavam animada conversa com um grupo de vizinhos que se havia juntado no patamar. Os vizinhos queriam saber se eu tinha o número de telefone da vizinha de cima, já que o alarme, no decorrer do dia, tinha disparado várias vezes sendo, por isso, imperioso pedir-lhe para o desligar. Que sim, que tinha o número, respondia eu por de trás da porta bunker, ao mesmo tempo que pensava que o melhor era arrancar a máscara da cara para poder falar com aquelas estimadas pessoas mas, caramba, aquilo é material de primeiríssima água, caro p'ra burro e a pessoa tenta resolver a questão do lado de dentro... mas era necessário dar o número de telefone, eles não me conseguiam ouvir bem e era cada vez mais estranho estar aos gritos por de trás de uma porta fechada e.... e... e... lá acabei por rodar a chave na fechadura... 

Ora, sendo certo que hoje estou muito mais bela e que a minha pele está ainda mais sedosa e macia, mais certo é que passarei, inevitavelmente, a ser conhecida como o Hannibal Lecter do segundo andar...




quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Estou em crer que as Páginas Amarelas são possuidoras do segredo maisbem guardado da história!

A dieta perfeita!

Páginas Amarelas em 2005

Páginas Amarelas ao dia de hoje
Esqueçam lá isso da dieta dos 30 dias e marquem já a vossa consulta nas Páginas Amarelas, SA!

Já para a noite e para evitar resfriados...

Pequena Cutxi desaconselha o uso da camisa de noite sexy e, como método primordial de combate à intempérie, propõe o uso do bom pijaminha felpudo!


Cutxi também dá sábios conselhos às friorentas!

Para combater as temperaturas polares que se fazem sentir no nosso país, nada melhor que usar e abusar do pêlo! Cutxi é, de facto, uma adepta fervorosa do pêlo natural, seja Verão ou Inverno! Assim sendo, para esta época do ano e antes que se transformem todas em perigosas estalactites, Cutxi  aconselha ao uso imediato de, pelo menos, duas layers de pêlo: uma camisola interior em tons de cinzento mesclado, com um tiger-jumpsuit a compor o look exterior! E então?! Gostam? Acham moderno? Super tendência? Top? Vão conseguir sobreviver ao mês de Novembro? Digam-lhe tudo!     


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O que estás a fazer neste momento, Palmier?

I'm running through the woods!

Logo eu... que tinha tudo para ser uma blogger tão jeitosa...

Foi-me acontecer uma coisa destas! Não há direito...
É que eu não tenho uma receita de um batido verde para beber logo às oito e meia, nem a de um pequeno-almoço com um pão de passas e alpista para debicar a meio da manhã enquanto me sento tranquilamente à janela com um camisolão de lã branca com torcidos e umas meias grossas oriundas da Serra da Estrela, nem mesmo uma receita para um almoço, uma coisa light servida numa mesa de madeira decapada mas cheia de estilo, já para não falar de uma receita para o lanche, assim umas waffles com Nutella acompanhadas de um chá verde, gengibre & menta servido num tête-à-tête de prata e, muito menos, uma receita para um jantar, qualquer que seja o jantar. Na verdade sou basicamente uma sem-receitas. Uma come-qualquer-coisinha-que-lhe-apresentem-desde-que-já-esteja-pronta. E o pior, pessoas, o pior é que eu sou portadora de um gene que corre desde há gerações na minha família e que nos impede de cozinhar… somos acometidos de um estado extremamente nervoso com a simples visão de um trem de cozinha. Sim…  isto é muito grave… trata-se de uma patologia hereditária!
Posso aliás adiantar que, em consequência desta questão genética, o meu pai alimentou-se durante anos a Bovril (um extracto salgado e pastoso com sabor a carne que se mistura com água quente) acompanhado de umas carteirinhas de pó que se diluíam em leite, mais vulgarmente conhecidas como o alimento dos astronautas. E a minha mãe… pfff… a minha mãe… a minha mãe tratou-me muito mal, é o que vos digo! É que a minha mãe, com a sua relação maníaco-depressiva com a culinária, ora cozinhava imenso, imensas coisas diferentes, todos os dias, a toda a hora, ora comíamos frango cozido com batatas fritas e marmelada durante um ano. Juro pelos blogo-Deuses que, durante um ano inteiro, 365 dias da minha vida, o meu jantar foi uma perna de frango cozida com batatas fritas e marmelada! E, reparem, a marmelada não era sobremesa! A marmelada fazia, mesmo, parte do prato. E o que é que uma pessoa pode fazer com um prato destes, hã?! Tirar-lhe umas fotografias?! Só se as usasse como prova para fazer queixa à Comissão Nacional de Protecção de Menores! Nã… eu nunca poderia contar isto a ninguém, uma vez que não quero que ninguém saiba que eu fui submetida à tortura do regime alimentar repetitivo! Mas a coisa não fica por aqui… ah pois não… a coisa vem de trás! Vem da minha avó, que se recusava a entrar na cozinha, excepto para fazer a prova dos nove, aquela operação misteriosa que ela fazia naquela agenda grande de capa verde-água e que acabava com aquela palavra mágica "novesforanada", palavra que fazia com que quem tivesse ido às compras respirasse de alívio e que significava que o troco das compras estava certo. Sim… a minha avó entrava na cozinha (e entrar é aqui uma metáfora, porque ela ficava à porta) apenas e só para garantir que ninguém a enganava com a conta do supermercado. Eu, aliás, pensava que a cozinha era uma espécie de gabinete de contabilidade rodeado de agradáveis aromas. De resto, e como a minha avó nunca sabia o que se passava dentro das panelas, quando estávamos à mesa e como forma de ocultar a sua ignorância sobre a composição do almoço ou do jantar, mandava servir, não o rosbife com salada russa, nem os folhadinhos de carne com arroz... mas sim: “o que segue”. O que me induziu em erro durante anos... já que, até à minha adolescência, achei que o segundo prato se designava pela excelsa palavra proferida em língua estrangeira “oqueseg”.

Enfim… tudo isto foi escrito com o intuito de me antecipar às más-línguas e , antes que me venham acusar de nunca, NUNCA, nem uma única vez, aqui ter postado aqui uma receita, eu própria me apresento voluntariamente, dou o peito às balas e confesso publicamente que o sangue que me corre nas veias é o de uma falsa blogger. Uma blogger a quem estão e estarão para sempre fechadas as portas do Walhalla blogosférico! 


Demorei o fim-de-semana inteiro...

Mas, caramba Spicy, isto está ou não está uma categoria?



sábado, 2 de novembro de 2013

Pobre Dostoiévski...

Deve estar neste momento às cabeçadas no túmulo...
(a sério... quem é que arquitectou este nonsense?!)

Aquele momento...

Em que entras na sala com um salto de garça e dás os bons-dias de forma jovial e carinhosa aos teus filhos... e só depois reparas que, na sala, se encontra apenas o senhor da Zon a arranjar a box...