E está uindo!
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
E então, Palmier, por que razão não tens blogado?
Porque estou com muito receio de também eu ser atingida pelo agressivo vírus que se propaga a um ritmo alucinante na blogosfera: o Vírus Regium, que provoca a grave maleita da blogger um dia acordar, olhar para o espelho e verificar que, também ela, está a ficar igualzinha à Letizia de Espanha.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Burro que é burro não tropeça duas vezes na mesma pedra (tropeça numa diferente)
E então, depois da primeira saga da tela do chinês, o que fiz eu? Atirei-me à segunda saga da tela do chinês, obviamente. Agora já com todo o know how da experiência adquirida, desloquei-me à loja, desmontei logo o carro todo por dentro para adiantar serviço, depois trouxe a tela, lutando contra o vento Norte - só quem já andou com uma tela ao vento perceberá o que estou a dizer - e voilá!, tela de 120x120 encaixada impecavelmente no porta-bagagem. Depois passaram-se os quatro dias de animadas pinturas e o problema do transporte da tela para Lisboa voltou a colocar-se. Mas desta vez, ah não, desta vez não ía esperar uma eternidade que a transportadora ma entregasse em casa, ainda por cima partida, depois mais uma semana para a arranjarem, e mais não sei quanto tempo para voltarem a entregar! Não, nem pensar, que isto uma artista tem de produzir! O melhor era desengradar a tela eu própria. Isso mesmo, Palmier, tu és forte, tu consegues! E então muni-me de ferramentas várias e vá de tirar os agrafos, mas, meus bons amigos, só vos digo que os chineses são peritos na arte de agrafar, aquilo estava agrafado que era uma categoria, demorei uma hora a tirar os agrafos de três dos lados e mais outra hora para tirar os agrafos do quarto lado, que aquele quarto lado só pode ter sido agrafado pelo cinturão negro dos agrafadores, o mestre Ichidan lá da fábrica, com o agrafador mais potente com agrafos à prova de intrusão, duas horas inteirinhas a lutar contra a tela. Depois numerei os cantos da grade e desmontei-a. Tudo impecável. Claro que fiquei com as mãos mutiladas e não estou a ver bem como é que vou conseguir conduzir amanhã, nem mesmo como é que vou conseguir pintar na próxima semana, mas olha, o que interessa é que consegui!
(agora estou para ver como que vou engradar aquilo tudo outra vez...)
domingo, 31 de dezembro de 2017
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
domingo, 24 de dezembro de 2017
Os meus filhos também já escolheram o seu outfit matchy-matchy para a noite de Natal!
Nem imaginam o trabalhão que tive a preparar estes kits, foram semanas nisto, corri todas as lojas, enfim... mas o que interessa é que valeu a pena! Estão tãaaaaao natalícíos! Que amoooooores!
sábado, 23 de dezembro de 2017
Palmier Encoberto, a detentora de Cerberus, a mais bela árvore de Natal da blogosfera
desloca-se às internetes para desejar um feliz Natal a todos os seus adorados leitores.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
A Grande Obra a entrar alegremente por 2018...
Finalmente! Já vou poder tirar imensas fotografias a fazer carinhas ao espelho!
(cozinha que já esteve praticamente pronta e agora está outra vez neste estado. Esta deve ser a única obra no universo que, em vez de andar para a frente, anda para trás...)
Escadas metálicas: check!
chão da rampa da garagem: Check!
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
E então a minha auxiliar de roupa e lar deu o banho natalício a pequena Cutxi e como se deparou com alguns nós no pêlo...
Optou por uma solução, digamos, assim... sui generis.
(alguém tem dois pares de ugg tamanho 21 para lhe emprestar?! É urgente! É que a criança ainda se me constipa!)
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Ah, que grande orgulho nas nossas Cristianinhas Ronaldas!
Depois de toda uma manhã passada sentada numa bancada de betão gelada, uma manhã que, meus bons amigos, começou às oito e meia de um sábado, que isto às oito e meia já lá estávamos, cabelo penteado e maillot vestido, manhã em que todos os pais filmavam, à vez, os seus rebentos a fazer as suas acrobacias, depois de uma correreria para almoçar e um regresso apressado para a apresentação da tarde, fui aos vestiários para ajudar a mudar o maillot, os collants e passar o rabo-de-cavalo para totós e disse para as outras mães azafamadas, em jeito de desabafo:
"ah, se eu vejo este dia chegar ao fim...",
E elas então olharam para mim, o espanto a brilhar-lhes nos olhos, e deram uma gargalhada de desprezo em uníssono, uma gargalhada amplificada pelos azulejos das paredes onde a dita gargalhada esbarrou e, num incrível ricochete, regressou aos meus ouvidos ainda mais feérica e forte, e então, dizia eu, depois daquele grandioso e, desconfio, estudado efeito sonoro, as mães responderam-me orgulhosamente, resposta que hoje, terça-feira, três dias passados sobre o funesto acontecimento, ainda ressoa no meu cérebro:
"isto?! Isto não é nada! Nos últimos distritais, saímos do pavilhão à uma da manhã!"
(ainda estou a tentar recuperar da experiência...)
sábado, 16 de dezembro de 2017
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Enferma, porém cintilante
E perante a minha enfermidade, que isto já vai para dois dias que estou enjoada como um peru, e tendo em conta que tinha muitas coisas acumuladas para fazer e não podia mesmo ficar em casa, a minha ajudante de roupa a lar, muito solícita, achou por bem escolher-me a roupa para ir trabalhar. Foi ao meu guarda-fatos e determinou: veste esta camisa - mas, mas essa gola é um bocado brilhante para ir trabalhar... - não, é muito gira!, e veste estas calças que lhe ficam muito bem e este casaco para estar quentinha.
E pronto, eu, que sou muito bem mandada, obedeci.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Já sei que andam todas muito atarefadas nas compras de Natal e assim
Mas alguém devia tirar um minutinho do seu precioso tempo para vir aqui num instante impedir-me de comprar estes sapatos. Rápido, pessoas, é uma emergência, já só me falta carregar no complete purchase...
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
A Grande Obra resiste em chegar ao fim
O que um dia, algures num futuro longínquo, será o meu quarto...
O que um dia, numa galáxia para além do sistema solar, será o quarto do meu filho
O primeiro toalheiro a ver a luz do sol
Os estores de rolinho, que não se vêem mas estão finalmente colocados
atelier com lavatório encoberto
Os espelhos das casas de banho que finalmente chegaram. Yeah!
E o lá fora, que se começa a compor
túnel de acesso à garagem
Garagem com escritório incluído
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Foram precisos anos para perceber a mecânica da coisa
As camisolas interiores eram muito más, mas nada que se
comparasse aos collants, os collants quando ficavam torcidos nas pernas eram um
enigma impossível de solucionar, uma verdadeira bruxaria, era um dia inteiro a
tentar perceber o que se passava com aquilo, a tentar rodá-los nas pernas e nada,
rodava para um lado e era mau, rodava para o outro e conseguia ser pior, os
collants ali estavam de pedra e cal a formar um torniquete, claro que nos dias
em que havia ginástica e era preciso vestir e despir, as probabilidades dos
collants se virarem contra mim cresciam exponencialmente, eram dias em que eles
estavam particularmente mariolas e dados a provocar o suplício. Vestir uns
collants era uma espécie de roleta com cinquenta por cento de hipóteses para
cada lado, podia sair encarnado ou preto, podia correr bem ou mal, nunca se
sabia.
domingo, 3 de dezembro de 2017
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