quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Esqueço o carpinteiro?

Ora bem, pondo a hipótese (remota, claro), do senhor não me enviar o orçamento que lhe ando a pedir há alguns séculos, tenho aqui uma alternativa que me parece agradável:


Isto, mas em preto

Esta tem 2 metros de comprimento (2 de altura e 25cm de profundidade), a parede para onde preciso da estante tem (entre interruptores) 3,70m. A minha ideia era comprar duas de 1,50m que ficariam lado a lado, com um intervalo entre elas. 

O contra: esta estante é para a sala dos miúdos... para pôr, além dos livros, dossiers, jogos, inutilidades e outras coisas feias ...  (e não tem nenhuma parte fechada para esconder essa tralha). 

A favor: acho-a bastante bela na sua simplicidade.

E agora? O que faço?

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

E aqui está o outro muñeco

Se bem que a fotografia não faz jus a toda a lindeza dos candeeiros. 

(já a incrível potência da minha aparafusadora... é perfeitamente visível no tampo da secretária)  


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Então pronto, se só gostam com muñecos, arranja-se já um muñeco

E este é o muñeco mais avançado, ainda lhe falta uma estante (estou para aí há dois meses impacientemente à espera do orçamento...), e a coragem para furar as paredes (talvez daqui a um ano consiga fazer o primeiro furo...). De qualquer forma, e tendo em conta o ponto de partida verdadeiramente assustador de que dispúnhamos, tudo o que se consiga fazer é absolutamente maravilhoso.


terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Eu bem sei que vocês querem mesmo é falar de decoração

E eu, raios... andei ali mesmo baralhada durante o primeiro mês de casa, ai e agora, o que é que eu faço a isto, que está tudo desconjuntado, nada pertence a lado nenhum, mas a pouco e pouco a coisa lá se foi compondo, consegui mudar o verde Sporting do meu filho para um verde barriga de rã, consegui retirar as almofadas emoji do quarto da minha filha e fazê-la esquecer aquela ideia quarto-arco-íris faiscante e agora está tudo numa paleta de azuis tranquilos. E ontem chegaram os candeeiros - um de pé e outro de tecto-, e são tão lindos, mas tão, tão lindos que só me apetece ficar ali sentada a admirá-los, uma nuvens flutuantes que transformaram o quarto dela numa coisa mágica (bem sei que o meu crédito na escolha de candeeiros está pela rua da amargura, mas posso afirmar convictamente que são ma-ra-vi-lho-sos), depois o meu quarto também já está em andamento, a cama, as almofadas e a banqueta já lá estão, o candeeiro está em trânsito e amanhã vão tirar medidas para as cortinas e tapete e, por fim, estava a faltar sala, faltava-me encontrar um sofá lindão para a pôr em andamento, e caramba, revirei as lojas todas para encontrar um sofá como deve ser, confortável e bonito e só vos digo que estava prestes a declarar essa tarefa impossível e a contentar-me com a sala transladada da casa antiga. Foi na última loja, quando já estava a deitar fumaça e a achar que as lojas estavam todas malucas, com coisas sinistras, que o encontrei: azul meia-noite, de veludo, capitonné. Aguardo a sua chegada lá para o início de Fevereiro.