quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Só para dizer que estou desde terça feira à tarde a tentar falar com o senhor da marca

Está em formação, dizem...

(espero que seja uma formação em gestão de conflitos e reclamações, ou assim...)

(sabem quando uma pessoa está mesmo, mesmo, mesmo zangada? A deitar labaredas pelos olhos e fumaça pelo nariz? pois...)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Se calhar devia ter-me mantido fiel aos carros alemães...


Sim, tenho alguma vontade de falar sobre um determinado concessionário oficial de uma determinada marca de automóveis, que recebeu um certo sinal para entregar um certo carro numa determinada data e que a adiou um mês (até aí nada de estranho), que nada mais disse e, quando o vendedor é instado para explicar o que se passa, informa a incauta cidadã que a empresa vivência graves dificuldades financeiras, que está impedido de vender mais carros e que todas as viaturas no stand foram penhoradas (!) mas que eu tinha muita sorte (?) porque o meu carro estava a salvo, por desalfandegar, algures em Setúbal, para mandar um e-mail directamente para a marca, para realizar a compra. E então a pessoa, ainda com boa vontade, faz o que a mandam, mas passados dias e dias com e-mails e telefonemas para trás e para a frente, digamos que está assim… bastante irada.

Acabei de receber um mail da marca para classificar a minha experiência com a concessionária e estou aqui a pensar que sou capaz de dar a classificação “filme de gangsters”…

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Assim vão as coisas pelos algarves

Estava eu aqui no meu trabalho, a meio de uma chamada telefónica, quando a minha Maman me manda este vídeo, que tratei logo de ver, e o grito, Senhores!, o grito que dei directamente para o ouvido do meu interlocutor foi de tal forma, que ele ainda deve estar sem audição! 


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Então vamos lá fazer uma tentativa

Lembram-se porventura da Tia Póli, aquela cuja criada só estava autorizada a ver o televisor sentada debaixo da mesa? A que era acordada diariamente pela mesmíssima criada, com a ternurenta frase "então, ainda está vivinha?"


Pois bem, a Tia Póli e a sua criada viveram o suficiente para assistir ao vinte e cinco de Abril, coisa  incompreensível que, naturalmente, e dado o elevado grau de absurdo que encerrava em si mesma, nunca foi convenientemente processada pela arguta mente da velha Tia; Já Maria, a criada, tomou ares de modernidade e considerou mesmo a possibilidade de vir a votar.
Quando um sobrinho transviado se candidatou à Câmara Municipal pelo Partido Socialista, a Tia deu ao caso a importância que parecia ter: trata-se de um cargo governativo, coisa que sempre assentou bem na família.
A criada Maria tirou de facto outras conclusões e quando o candidato bateu à porta para cumprimentar a Tia Póli, a Maria, radiante, espreitando por detrás do ombro da velha tia, levou a mão ao coração e disse alto e bom som, de forma sentida, solene e compassada:
- Senhor Doutor, eu vou votar em si!
Ultrajada, a Tia Póli gritou-lhe por entre um temível ranger de dentes:

- Maria, ponha-se no seu lugar, o Senhor Doutor não recebe votos de criadas!


quarta-feira, 12 de setembro de 2018

É uma estranha situação



Não tenho nada para dizer, quase como se o que tenho a transmitir se limitasse aos meus bonecos, como se só fosse possível fazer uso de uma forma de comunicação, uma janela de cada vez, e a partir do momento em que se abriu a janela das pinturas se tivesse fechado a janela da escrita.


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Porque fiquei cá com a ideia que não ligaram nenhuma...

Gostei mesmo, mesmo deste livro (e, portanto, quero impingi-lo a toda a gente)


(depois, se o lerem, venham-me cá dizer se gostaram)

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Pergunta

Quanta falta de empatia pelo outro teremos de ter para, no momento em que ainda há pessoas a fugir das chamas, verbalizarmos a palavra “sucesso”?