segunda-feira, 23 de julho de 2018

Este post só pode ser visto depois de porem o vídeo a andar!



ESTÁ?



PUSERAM 


MÚSICA 

A TOCAR?



DE CERTEZA?



VEJAM LÁ...



SE NÃO PUSERAM,

É BATOTA!



TÊM DE CUMPRIR 

AS REGRAS, OK?



PRONTO, 

ENTÃO VAMOS LÁ:
OH DEUSES! 

TUDO O QUE VOCÊS PREVIRAM ESTÁ A ACONTECER !

O CANDEEIRO-SELVA ESTÁ A APODERAR-SE DA CASA!





quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ah, as compras on-line...


E então a pessoa encomenda este candeeiro lindo e maneirinho para a sala de jantar (sim, que o meu mood board é a selva. Já agora, agradecia que passassem a chamar-me Jane) e depois o senhor da transportadora liga-me a dizer que estava à minha porta com a encomenda, mas que não estava ninguém em casa, e eu, ah tem razão, olhe faça-me um favor, entregue aí nessa mercearia pequenina mesmo à frente, que os senhores são muito simpáticos e já me têm recebido coisas, ah muito bem, não desligue (som de passos), bom dia, a senhora aqui da frente pergunta se podem receber esta encomenda que ela não está em casa (cinco segundos de silêncio), pronto, os senhores ficaram com a encomenda, está entregue, muito bom dia. 
Depois a pessoa anda na sua vida, não se lembra mais do candeeiro, e quando chega a casa vê os senhores da mercearia à porta da dita, a acenar com um olhar perdido e ansioso, e a pessoa lembra-se do candeeiro e vai toda contente, ah, é verdade! Está aí a minha encomenda, não é? E eles que sim, sim, está, está! E então a pessoa entra na mercearia, leva as mão à cabeça e percebe por que razão os senhores estão na rua... 

É que tendo em conta o tamanho do caixote, já não cabiam lá dentro...


(Fogo, vocês são mesmo surpreendentes! É mesmo verdade que não gostam?! Ora olhem lá bem!)




segunda-feira, 16 de julho de 2018

Ah o que eu gosto dos stands de automóveis - parte 2

Na Sexta lá telefonei para o stand, que a entrega do carro estava prevista para o fim de Julho, mas como já sei como estas coisas são, que os carros têm de vir nos barcos e podem estar ondas e uma ventania ou assim, e depois não chegam a horas, e eu quero organizar a minha ida para férias, vá de falar ao senhor, que lá me disse que se ía informar e que já me ligava de volta e então, quando me ligou, disse-me que não estava nada à espera daquilo, que foi mesmo uma grande surpresa, mas que, afinal, em vez de serem Julho, o carro só chegava mesmo a vinte e nove de Agosto, pois muito bem, eu por acaso já estava à espera, disse eu, tudo bem, então conto com a entrega lá para o início de Setembro, obrigada, adeus e até breve...

E então, quando ía a desligar, oiço o senhor lá do fundo do telefone a chamar-me e eu "sim, sim, diga":

- Não leve a mal mas eu agora vou enviar um mail ao seu marido a informar.

?
?
?


E assim fez, enviou um mail ao meu marido a informar que o carro que eu vou comprar está atrasado...


sexta-feira, 13 de julho de 2018

E este, mãe, também não gostaste muito, pois não?

Tenho aproveitado, sempre que vou à obra... errrr... casa nova, para levar um saco grande de livros, daqueles livros que já estavam por todo o lado e sem lugar nas estantes. Acontece que as mudanças permitem-nos fazer uma selecção e, na verdade, só me interessam os livros de que gostei, porque os outros não merecem a honra de ficar a ocupar espaço, e então, depois de verificar que já tinha duas boas pilhas de proscritos, comecei a pensar no que raio lhes ía fazer, que bem sei que aqueles outros "livros para dar" que estão em cima da estante do corredor, já lá estão vai para alguns dois anos, até que me lembrei que podia ir pôr os livros no banco da paragem de autocarro, ali mesmo à frente de casa. Escrevi um bilhete "para quem nos quiser ler", que entalei entre as páginas, e fui com a minha filha deixá-los lá. Quarenta e cinco minutos depois já lá não estava nenhum. Depois, quando saímos para jantar, deixámos a segunda pilha. Quando voltámos, todos empoleirados na janela do carro para ver se ainda lá restava algum, constatámos que também já tinham ido todos. E então ficámos a falar sobre aquilo, sobre a viagem dos nossos livros, que os livros que uns não gostam podem ser os livros da vida de outros e que há uma certa beleza nisto de deixar livros na paragem do autocarro para lhes dar uma segunda oportunidade. Fiquei super fã da modalidade. Fiquei eu e ficou a minha filha, que gostou tanto, mas tanto, que agora anda atrás de mim com todos os livros que apanha lá por casa, a perguntar com uma cara esperançosa e olhos suplicantes de ursinho panda "e este, mãe, também não gostaste muito, pois não?".





segunda-feira, 9 de julho de 2018

quarta-feira, 4 de julho de 2018

E então, ficou "uindo" ou quê?



(agora a sério, se querem conselhos sérios para dietas de Verão, esqueçam tudo o que as outras bloggers vos dizem, a verdadeira resposta está nas lantejoulas: é super eficiente! Quem cose lantejoulas ao serão não tem tempo de atacar o armário das bolachas! Um simples fatinho de patinagem representa alguns três quilos! Assim: Tau! limpinhos!)

segunda-feira, 25 de junho de 2018

E então o consorte da pessoa manda-lhe uma fotografia do seu paradeiro


a pessoa faz um zoom e depara-se com esta situação:


Oh páaaaaa... o que é isto?! Um avião, um drone, um míssil balístico ou o maior insecto voador jamais avistado?!



sexta-feira, 22 de junho de 2018

Parece que estou quase a poder fazer a mudança, só me falta a água

E então estive ontem na obra, a que já não posso chamar obra, tenho de me habituar a chamar-lhe casa, portanto, reformulando, estive ontem em casa... na casa (?) a ver o que é preciso de iluminação, candeeiros de tecto e de parede, porque os senhores das obras me disseram que, se lhes desse os candeeiros nos próximos dias, eles ainda mos penduravam, e estou a ficar maluquinha e incapaz de escolher seja o que for, ponho-me a ver candeeiros para o quarto do meu filho, depois distraio-me e já estou a pensar para o corredor e, às tantas, quando dou por mim estou a ver candeeiros para as escadas, depois salto para a cozinha e não me decido por nenhum porque só consigo comprar coisas quando já estou a viver numa casa, mas não posso ir viver para uma casa à luz das velas, por isso, olhem, nem sei o que faça da minha vida.



quarta-feira, 6 de junho de 2018

Por que raio me meto eu nestas coisas?!


E então as treinadoras trouxeram um caixote e chamaram as mães para escolherem os fatos para as filhas participarem no torneio das patinagens, e então as mães e as filhas juntaram-se em volta do caixote e os fatos começaram a sair lá de dentro, fatos uindos, pretos com lantejoulas e transparências, roxos com brilhos e costas sexys, e uma pessoa a sentir frio na espinha a olhar para aquela galeria de horrores, cada um que saía conseguia se pior que o anterior, e a pessoa não acreditava que era possível haver coisas tão feias nesta terra, tão feias e tão desadequadas à idade das meninas, uma coisa ao nível daqueles concursos americanos das misses de cinco anos vestidas como mulheres de vinte e cinco, e então a pessoa perde a cabeça e diz ao ouvido da sua filha, deixa, deixa que eu faço-te um fato muito mais giro, que isto é tudo absolutamente siniiiiiiiiiiistrooooooooo!, e a filha de uma pessoa fica de lágrimas nos olhos, a imaginar-se vestida de farrapos mal engerocados, e a pessoa, sem experiência de costureirinha, a assegurar que sim, que vai fazer uma coisa em condições, uma coisa muito, mas muito, mas mesmo muito (reparem que a pessoa frisou bem estas palavras) mais gira que estas bruxarias assustadoras.

E pronto, é esta a minha situação actual: tenho de costurar um magnífico fato de patinagem artística.


(aceitam-se sugestões e papeis de inscrição num curso de moldes e técnicas avançadas de costura)

Não é por nada...

Mas acho que a epidemia do Letizia Virus sofreu uma profunda mutação e que devíamos estar  atentas ao recente Melania outbreak ...

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Olha… sobrevivi!


E correu tudo bem!

(Tirando, claro, a situação de ter pensado que era melhor não ficar num quarto cá de baixo, porque depois os ía ouvir toda a noite a andar por cima de mim e de ter então optado por ficar com o quarto lá de cima, o quarto cuja porta fica mesmo no vértice do tecto inclinado da sala onde estava a televisão. Com os meninos todos a falar e a rir enquanto jogavam um jogo qualquer de Palystation de dar tiros. E do som subir por ali acima para ficar todo concentrado à porta do quarto – juro que abri a porta duas ou três vezes porque parecia mesmo que eles estavam ali à porta a falar altíssimo para me fazerem  uma partida. Mas não, abria a porta e eles estavam lá em baixo - o som, esse sim, é que estava todo concentradinho lá em cima, tau, tau, tau, ratatatatatátá, ahahahhahhaha, pára, olhá lá à esquerda, vai,vai,  mata-o, ratatátatá, tau, tau, e daquilo só ter parado mesmo às cinco da manhã. de Quinta. Sexta. E Sábado…)

(e aquela outra situação da camioneta de nove lugares, aquela parte em que, para não ter depois de fazer uma inversão de marcha complicada, optei por estacionar mesmo junto ao portão. Numa rampa. Bué inclinada (fiquei a falar assim este fim-de-semana). E depois ter tido algumas dificuldades no ponto de embraiagem, a cada tentativa, a camioneta resvalava sempre mais um bocadinho, e mais um bocadinho, até estar praticamente a deitar o portão abaixo… até que, numa aceleração magistral, fomos finalmente para trás. Bastante depressa…)  

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Só para dar conta da minha situação

Os meus adolescentes estão a ligar algumas seis ou sete colunas em rede...

(temo a revolta conjunta dos aldeões)