terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Uma vez que nem sequer sabia da existência do tal programa, ontem nem me atrevi a comparecer nos blogs!

Hoje, já devidamente informada, posso concluir do que li que, nestas coisas da exposição, as crianças bonitas e bem educadas são públicas, as birrentas e mal comportadas são privadas.

Achei um critério bastante curioso...

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Logo eu, que sou uma espécie de camaleão, que quando vejo encarnado dou logo dois passos atrás, levanto as mãozinhas para me proteger e fico com a respiração entrecortada, foi dar-me para isto...

E depois saí do quarto muito contente e a minha filha deu um grito horrorizado e perguntou olhando-me fixamente para os pés "o que é issoooooooooo?!" e eu - já com a auto-estima a decrescer-, mas porquê, não gostas? E ela, errrrrrr, sinceramente? eu não usava.... e então viro-me para o meu filho, a única salvação que me restava, e pergunto já muito receosa: achas giras?, e ele parou durante uns segundos, os olhos a ficarem muito abertos e falou-me em portuguêis do brasiu, um sótaqui qui só é utjilizado prá situação muito grávi, i, djisse apenas dji forma lácónica,: qui loucurá!.




Mininá, o contorcionismo qui umá blogueira tem dji fázer prá moistrá seu looki intégrau!



quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Eu também ando a ensinar os meus amigos a reciclar

Nem imaginam, às vezes convido-os para jantar em minha casa só numa de fazer uma sessão de coaching, eles chegam, sentam-se e eu trato logo de lhes dar uma aula teórica cheia de dossiers e power points com as cores das tampas dos caixotes e o tipo de lixo que se deve colocar em cada um, normalmente a sessão dura cerca de sete horas, porque este é um assunto que me deixa bastante empolgada, uma coisa cheia de perguntas e casos práticos, e depois, já se sabe, um lixo orgânico puxa um plástico e quando a pessoa dá por isso são quatro e meia da manhã e ainda não jantámos. Nada que me desanime, evidentemente, que, depois da aula teórica, temos de passar à prática! É nessa altura que vou para a cozinha dar azo à minha criatividade e ponho os meus amigos a tratar do lixo, para verificar se eles adquiriram os conhecimentos que lhes transmiti com todo o afinco. Tu aí, de camisola verde, põe estas cascas de ovo no caixote, e se o tipo da camisola se engana eu uso logo o cutelo para lhe decepar uma mão, que eu sou muito rigorosa nestes assuntos, e também sinto que tenho de dar o exemplo às novas gerações, para que se apercebam da importância da reciclagem. O último jantar que fiz estava óptimo, infelizmente sobrou imenso, porque tive de assassinar os incompetentes dos meus amigos um por um, já que eles insistiram em deitar as embalagens de plástico no caixote azul, as de cartão no amarelo -  enfim, uma vergonha! Depois do que fiz por eles, trocaram-me aquilo tudo...-, de tal forma os trucidei que já nem tiveram oportunidade de saborear o excelente jantar que lhes fiz. Mas nada que me preocupe, no fim, depois da loiça lavada e arrumada, tratei de acondicionar os meus falecidos amigos em sacos plásticos biodegradáveis e fui com os meus filhos ao ecoponto deitá-los no caixote do lixo orgânico, evidentemente. Nestas coisas não se pode facilitar, há que dar o exemplo!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

E então, Palmier, por que razão não tens blogado?

Porque estou com muito receio de também eu ser atingida pelo agressivo vírus que se propaga a um ritmo alucinante na blogosfera: o Vírus Regium, que provoca a grave maleita da blogger um dia acordar, olhar para o espelho e verificar que, também ela, está a ficar igualzinha à Letizia de Espanha.




segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Burro que é burro não tropeça duas vezes na mesma pedra (tropeça numa diferente)

E então, depois da primeira saga da tela do chinês, o que fiz eu? Atirei-me à segunda saga da tela do chinês, obviamente. Agora já com todo o know how da experiência adquirida, desloquei-me à loja, desmontei logo o carro todo por dentro para adiantar serviço, depois trouxe a tela, lutando contra o vento Norte - só quem já andou com uma tela ao vento perceberá o que estou a dizer - e voilá!, tela de 120x120 encaixada impecavelmente no porta-bagagem. Depois passaram-se os quatro dias de animadas pinturas e o problema do transporte da tela para Lisboa voltou a colocar-se. Mas desta vez, ah não, desta vez não ía esperar uma eternidade que a transportadora ma entregasse em casa, ainda por cima partida, depois mais uma semana para a arranjarem, e mais não sei quanto tempo para voltarem a entregar! Não, nem pensar, que isto uma artista tem de produzir! O melhor era desengradar a tela eu própria. Isso mesmo, Palmier, tu és forte, tu consegues! E então muni-me de ferramentas várias e vá de tirar os agrafos, mas, meus bons amigos, só vos digo que os chineses são peritos na arte de agrafar, aquilo estava agrafado que era uma categoria, demorei uma hora a tirar os agrafos de três dos lados e mais outra hora para tirar os agrafos do quarto lado, que aquele quarto lado só pode ter sido agrafado pelo cinturão negro dos agrafadores, o mestre Ichidan lá da fábrica,  com o agrafador mais potente com agrafos à prova de intrusão, duas horas inteirinhas a lutar contra a tela. Depois numerei os cantos da grade e desmontei-a. Tudo impecável. Claro que fiquei com as mãos mutiladas e não estou a ver bem como é que vou conseguir conduzir amanhã, nem mesmo como é que vou conseguir pintar na próxima semana, mas olha, o que interessa é que consegui!

(agora estou para ver como que vou engradar aquilo tudo outra vez...)

Dia 1 de Janeiro



Pirilampo

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

E então, tudo a Natalar sem parar?

Eu cá... enfim... o costume...


Título: Crime de colarinho branco
Dim: 100 x 120cm
Acrílico s/ tela 


domingo, 24 de dezembro de 2017

Os meus filhos também já escolheram o seu outfit matchy-matchy para a noite de Natal!


Nem imaginam o trabalhão que tive a preparar estes kits, foram semanas nisto, corri todas as lojas, enfim... mas o que interessa é que valeu a pena! Estão tãaaaaao natalícíos! Que amoooooores!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

A Grande Obra a entrar alegremente por 2018...

Finalmente! Já vou poder tirar imensas fotografias a fazer carinhas ao espelho!



(cozinha que já esteve praticamente pronta e agora está outra vez neste estado. Esta deve ser a única obra no universo que, em vez de andar para a frente, anda para trás...)



Escadas metálicas: check!




chão da rampa da garagem: Check!





quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

E então a minha auxiliar de roupa e lar deu o banho natalício a pequena Cutxi e como se deparou com alguns nós no pêlo...

Optou por uma solução, digamos, assim... sui generis.


(alguém tem dois pares de ugg tamanho 21 para lhe emprestar?! É urgente! É que a criança ainda se me constipa!)


terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Ah, que grande orgulho nas nossas Cristianinhas Ronaldas!

Depois de toda uma manhã passada sentada numa bancada de betão gelada, uma manhã que, meus bons amigos, começou às oito e meia de um sábado, que isto às oito e meia já lá estávamos, cabelo penteado e maillot vestido, manhã em que todos os pais filmavam, à vez, os seus rebentos a fazer as suas acrobacias, depois de uma correreria para almoçar e um regresso apressado para a apresentação da tarde, fui aos vestiários para ajudar a mudar o maillot, os collants e passar o rabo-de-cavalo para totós e disse para as outras mães azafamadas, em jeito de desabafo:

"ah, se eu vejo este dia chegar ao fim...", 

E elas então olharam para mim, o espanto a brilhar-lhes nos olhos, e deram uma gargalhada de desprezo em uníssono, uma gargalhada amplificada pelos azulejos das paredes onde a dita gargalhada esbarrou e, num incrível ricochete, regressou aos meus ouvidos ainda mais feérica e forte,  e então, dizia eu, depois daquele grandioso e, desconfio, estudado efeito sonoro, as mães responderam-me orgulhosamente, resposta que hoje, terça-feira, três dias passados sobre o funesto acontecimento, ainda ressoa no meu cérebro:

"isto?! Isto não é nada! Nos últimos distritais, saímos do pavilhão à uma da manhã!"

(ainda estou a tentar recuperar da experiência...)


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Enferma, porém cintilante

E perante a minha enfermidade, que isto já vai para dois dias que estou enjoada como um peru, e tendo em conta que tinha muitas coisas acumuladas para fazer e não podia mesmo ficar em casa, a minha ajudante de roupa a lar, muito solícita, achou por bem escolher-me a roupa para ir trabalhar. Foi ao meu guarda-fatos e determinou: veste esta camisa - mas, mas essa gola é um bocado brilhante para ir trabalhar... - não, é muito gira!, e veste estas calças que lhe ficam muito bem e este casaco para estar quentinha. 

E pronto, eu, que sou muito bem mandada, obedeci.