segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

domingo, 23 de dezembro de 2018

Blog meu, blog meu, há alguém com uma carteirinha mais linda (absurda e adorável) que a minha?






(flor, aposto numa reacção horrorizada em 3,2,1...)

 (Caso não se verifique, tens de tentar tu com um outfit de Abelha Maia, ou assim)


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

E então, Palmier, como foi ontem o jantar em família?

Então, o meu filho contou-nos que o colega brasileiro da turma dele, só depois de alguns dois meses de aulas é que percebeu que um terceiro colega vivia em Linda-a-Velha e não em Linda Ovelha.

E pronto, foi isto.


(Ri-me tanto que nem consegui acabar de jantar)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Porque sei que estavam desejosos de ver a minha árvore de Natal

Ei-la!


A árvore proscrita. 

A árvore adquirida há uma semana, que esteve toda querida e fofa a enfeitar a sala durante uns bonitos oito dias, até que, de um momento para o outro, começou a deitar bichos! bichos mutantes!, um misto de carraça com aranha, de manhã não havia nenhum e à tarde estavam por todo o lado! Uma aflição! A pessoa viu um e, ah, que grande horror, um bicho!, depois olha melhor e, argh outro bicho, e quando olha mesmo a sério vê cinquenta. Então a pessoa entra em pânico, pega com a pontinha dos dedos num ramo da árvore, arrasta-a para a varanda, atira-a para ali, fecha a porta, cabum! e fica a ver a árvore infestada do outro lado do vidro. E então a pessoa senta-se no sofá a pensar como é que a vai tirar dali... é que, por dentro de casa, a árvore e sua bicheza não passa! 

Resta-me portanto atirá-la pela janela abaixo.

(problema(s): ser avistada pelos vizinhos a atirar uma árvore de Natal pela janela... a oito dias da festividade...)



quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

O casaco 2018



Foi logo em Agosto que despachei o assunto, um casaco sedoso, daqueles que apetece fazer festinhas como a um cão, lindo, fofinho e, claro, branco, branco como a neve, imaculado e puro. Enfim, era o casaco perfeito e teve de ser meu logo ali, a meio do Verão. Trouxe-o num porta-fatos, claro está, para estar bem protegido das poeiras cósmicas até à chegada do frio, altura em que sairia à rua e deslumbraria os transeuntes com a sua alvura. Depois o frio chegou mas nunca era dia de tirar o casaco do seu reduto, ah e tal, é bom demais para ir trabalhar, está frio demais para ele, está quente demais para ele, e havia sempre uma desculpa para recorrer aos meus casacos clássicos e intemporais bastante conhecidos de todos nós. Até que um destes dias disse para mim própria resoluta: não, não pode ser! Isto é uma estupidez, por este andar nunca hei-de vestir "O" casaco. É já hoje que vou quebrar este enguiço!

E assim fiz.



(ainda estou a recuperar do horror de dia que passei… sempre a ver onde me sentava, onde tocava, onde me encostava, com medo das migalhas, com medo que a fruta saltasse da fruteira, com medo do chocolate da colega do lado, a despir o casaco mesmo com frio para o dobrar muito direitinho longe de toda a gente, todo o dia em tensão, apavorada, no temor de o sujar. Depois cheguei a casa, respirei fundo e arrumei-o novamente no porta-fatos. Onde ficará num repouso eterno...)




terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Lamento arruinar-vos o dia de trabalho...

Mas ontem, ao jantar, o meu filho e eu tivemos a seguinte conversa:

- Mãe, lembras-te daquele jogo que às vezes jogávamos naquele computador do Algarve, aquele que tinha um ecrã que parecia um caixote?
- O Prince?...
- Sim, esse! Agora há uma nova versão na app store.




(pronto, é verdade que não tem aquela coisa do factor tempo, que só tínhamos 60 minutos para concluir os 12 níveis e sempre que morríamos três vezes voltávamos ao nível 1, é certo que o Prince já não se esborracha no chão (com aquele som plop) quando cai de muito alto, e também é verdade que já não fica caído numa poça de sanguinho politicamente incorrecto sempre que é fatiado pelas lâminas mas, ainda assim, serve perfeitamente o propósito) 

terça-feira, 27 de novembro de 2018

E no outro canto da bancada está a pessoa sozinha com a sua própria filha e uma simples mochila


E então lá fui a mais uma daquelas situações da minha filha andar de patins em concurso com outras meninas e, caramba, apesar de já não ser a primeira vez, não deixo de ficar boquiaberta com o ambiente, que aquelas coisa dos fatos sexy e cheios de brilhos dá pano para mangas às imaginações fervilhantes das mães, mas já nem entro por aí que, afinal, isso dos brilhos ainda acaba por ser o menos, o pior é mesmo a entourage de cada menina, os porta-fatos a serem transportados ao alto, como se contivessem o sudário de Nosso Senhor Jesus Cristo, dá licença, dá licença, dá licença, abram alas, abram alas, e lá vai o porta-fatos fuchsia com rebordo dourado a passar, seguido dos malões de rodas (para levar o que devia ser um maillot de prova) cheios de sabe-se lá o quê, os batons bermêlhos por todo o lado, os olhos esfumados com sombra preta, os apanhados próprios para noivas, os collants de renda, as transparências, as meninas com tshirts com o nome bordado a strass nas costas (Mariana, Kátia, Larissa…) e depois, bem… depois… até eu, que lá estava, tive dificuldade em acreditar …  as famílias!, famílias inteiras com tshirts iguais, mas nas costas acrescentam ao nome da menina : “Mãe da Mariana”, “Tia da Mariana”, “Avó da Mariana”, “Madrinha da Mariana”, todo um staff a reluzir por ali fora, a pentear, a maquilhar, a passar os fatos a vapor, a dar um pontinho nas mangas, a bater palmas frenéticas, a entoar cânticos…



quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Uma pessoa quer estar à vontade para escolher o seu próprio "abat-jour selva" sem ser alvo de olhares recriminatórios

Mas, depois, é confrontada com lojas de tecidos e fábricas de tapetes que escorraçam a pobre pessoa porque só vendem a profissionais.


Mas será que agora é mesmo obrigatório ter uma decoradora?


segunda-feira, 19 de novembro de 2018

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Palmier arranca a época de sugestões de presente de Natal - que comece a estação das festas!

Aparafusadora eléctrica.


a-pa-ra-fu-sa-do-ra e-léc-tri-ca!


Toda a gente devia ter a sua própria aparafusadora eléctrica.

Uma como deve ser. Não é preciso de ser uma mega, mas tem de ser uma bastante razoável, uma que aparafuse e desaparafuse. E uma caixinha de ponteiras de diferentes tamanhos e formatos, phillips, sextavada e em estrela. Pensem bem nisto que vos digo, no sucesso que vão fazer quando levarem a vossa aparafusadora para os jantares de amigos, almoços de família e festas de empresa para quando for preciso substituir a perna de uma mesa, arranjar a torneira da cozinha ou montar aquele bloco de gavetas do chefe! Não percam tempo, daqui até ao Natal é um pulinho e, claro, precisamos todos da aparafusadora mais cool do momento. A vossa nova aparafusadora será tudo o que precisam para brilhar neste Natal! 

Desde que tenho a minha aparafusadora eléctrica, sou uma nova criatura, até já sou conhecida como o James Bond da bricolage! 

(julgo que depois deste incrível testemunho de uma especialista no assunto, sei que, também vocês, irão aderir ao novo must-have deste Outono/Inverno. Vão rápido antes que esgote!)


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Ainda estou vivinha

Foi então que no Domingo, ainda submersa em caixotes, percebi que tinha de ir em SOS comprar um colchão, para nos ser entregue, no máximo dos máximos, até esta sexta-feira, e naquele SOS só me sobrava o Colombo, local que evito a todo o custo uma vez que, dada a sua dimensão, quando atinjo o meu limite de tempo para Centro Comercial, um limite que pode aparecer a qualquer momento e sem aviso prévio, o momento em que a pessoa diz "não aguento estar aqui nem mais um segundo", ainda demoro um século a chegar até ao carro. Mas bem, uma vez que não havia alternativa, fiz uma meditação e convenci-me a mim própria que tinha de ser. Comuniquei então à minha família que não nos restava outra hipótese se não a de ir ao Colombo. E bom, já que temos mesmo de ir, o melhor é irmos já da parte da manhã, que sempre tem menos gente, compramos o colchão, comemos qualquer coisa rápida e voltamos para casa para continuar a desencaixotar.

E então a minha filha ficou ali paradona, a olhar para mim, até que se decidiu a acrescentar:

- Mas oh mãe... não é melhor irmos almoçar primeiro e comprar o colchão depois?
- Errrr... ainda é um bocado cedo para almoçar... mas porquê?
- Então, é que aquilo é uma grande confusão para depois andarmos ali no meio das pessoas com um colchão atrás...


(ainda me estou a rir a imaginar-nos a arrastar um colchão de cama de casal pelo Colombo, a subir a escada rolante, a levá-lo a almoçar, olhe, por favor, dê aí um jeitinho para o nosso colchão passar, obrigada, obrigada, nós e o nosso amigo colchão, sempre juntinhos para todo o lado)


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

O Sultão (assim baptizado pelo senhor das mudanças) já vai a caminho



O pior da mudança?

Não é ter caixotes por todo o lado e sentir que estou a perder o controlo dos conteúdos e sem saber o que é que está onde, não é ficar a achar que as coisas ficam todas mal na casa nova porque estou habituada a vê-la vazia, não é estar a dormir num colchão no chão porque já levaram a cama para ser estofada, não é sentir que não estou nem num lado nem no outro, não é o olhar aterrorizado de pequena Cutxi a pensar que estamos a ser vítimas de um furto total e absoluto, nem é ter de explicar repetidamente aos meus filhos que não podem ser eles a levar todas as suas próprias coisas porque as acham todas demasiado importantes para serem transportadas por outrem.

O pior da mudança é o cheiro do papel que os senhores usam para embrulhar as coisas.


Blargh!


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Há quem queira muito uma carteira Chanel, um Patek Philippe, um Ferrari...

Eu cá só queria mesmo um contentor do lixo...

(Contentor do lixo que é suposto ser fornecido pela Câmara Municipal, para onde quase nunca se consegue telefonar e, quando se consegue, a chamada cai quando é passada para o tal  departamento do Lixo, claramente um departamento ultra-secreto a que muito poucos têm acesso, e depois há o site da CML que nos diz apenas que sim senhor, que é responsabilidade da autarquia assegurar a entrega de contentores de utilização individual e colectiva, mas, claro, não há qualquer contacto do departamento sigiloso, ou qualquer campo para fazer o pedido. Foi então que, depois de aturada busca, fui parar ao site "na minha rua", onde o único campo vagamente parecido é o de "contentores de resíduos danificados", porque, para novo, não há nada. Preenchi o tal dos danificados e aqui estou eu, sem qualquer caixote novo e a rezar para não me virem pedir uma indemnização por ter danificado um caixote que nunca tive...)

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Sinceramente, quando uma pessoa precisa de alguma coisa vai-se a ver e não há nada

É que isto há blogs com listas para tudo, listas de como organizar a mala para a maternidade, como fazer a viagem perfeita, como organizar um casamento, como planear a lua de mel mais romântica, como fazer um safari em África, como viajar para Honolulu com uma chinchila, como embarcar no Expresso do Oriente com um peixe assado no forno... e aquilo que verdadeiramente importa... nada! Alguém me diz onde anda a lista de "como organizar uma mudança", hã? Onde está ela?

Caramba, a coisa está iminente e a pessoa está aqui em negação. Ok, já pensei (pensei! ainda não fiz... mas hei-de fazer! Até porque sexta-feira é daqui a uma eternidade, não é?) que tenho de fazer uma mala como se fôssemos de viagem, necessaire incluído, tenho de pôr toalhas e roupa de cama na casa nova, para poder fazer as camas quando elas lá chegarem, tenho de separar os livros e cadernos da escola para não ficarem perdidos no meio dos caixotes... e mais?! hã?! Alguém me diz o que raio tenho de fazer mais?!

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

A única coisa que já estava arrumadinha…


E então ontem fui à casa nova deixar uns candeeiros para os senhores pendurarem hoje (tranquilos, tudo coisas muito básicas, nada saído directamente da selva amazónica) e estranhei que no meu atelier o cavalete (já tenho um cavalete! Yay! Sou praticamente uma artista) estivesse fora de sítio, mas não liguei, e depois, quando fui à cozinha buscar uma faca para abrir as caixas dos candeeiros estranhei ainda mais que as coisas que tinha em cima da bancada estivessem todas dentro do lava-loiça, comecei a ficar bastante enervada, peguei no telefone para ligar ao empreiteiro para lhe perguntar se eles estavam malucos, a desarrumar tudo, e enquanto o telefone chamava fui andando até à sala e de repente olho para a estante e numa fracção de segundo achei que tínhamos sido assaltados por ladrões extremamente cultos e dados à leitura, mas o que é isto?!, faltam-me livros! E depois olho melhor, aproximo-me e não, não faltam, estão cá todos, só que estão todos atirados à molhada, todos fora de sítio, todos baralhados numa confusão absoluta, a cabeça a trabalhar em seco, sem perceber o que raio se estava ali a passar, e depois o empreiteiro atendeu, mas nesse momento já sabia que não era com ele que tinha de falar, porque nesse exacto momento lembrei-me que os arquitectos tinham lá estado a tirar fotografias para o portefólio, e, como toda a gente sabe, a arquitectura não inclui qualquer sinal de vida...

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Grande giveaway aqui no blog e o prémio vai ser Pequena Cutxi!


Eu sei que as crianças dos blogs são todas muito precoces, que começam a escrever aos nove meses, que fazem contas de multiplicar com um ano e de dividir com dois. Pequena Cutxi também prometia, deixou a fraldinha na idade certa mas depois disso as coisas descambaram, na verdade só aprendeu a beber água no bidé com cinco anos de idade e depois de ter observado a destreza de Canis durante todos esses anos, e então, quando uma pessoa já estava resignada a ter um cão com algumas limitações, eis que, aos sete anos, pequena Cutxi surpreende tudo e todos e aprendeu a falar. E esse, pessoas, é agora o grande problema da minha vida. Ninguém quer ter um cão que fala. Um cão é aquele ser silencioso que nos olha com olhinhos de mel e adoração, não é um ser infernal que nos persegue dia em noite a proferir UuuuuUuuuuUUUUuuuUuuuuuuuuu enquanto levanta as patas dianteiras do chão porque quer, e quer mesmo, que se lhe dê uma bolacha. E não pára enquanto alguém não lha der. Não é o ser que se senta à nossa frente enquanto estamos no sofá a fazer UuuuuUUUuUUUUUUuuuuuuuUUUUU porque quer festas.E não pára enquanto não as fizermos. Não é o ser que fica sentado perante uma porta fechada a fazer UUUUUuuuuuuuuUUUUUUUUUUuuuuuuuuu porque quer que alguém a abra. E não pára enquanto alguém não a abrir. Não, isto não é um cão! E é por isso pessoas, por já não aguentar tanto UUUuuuuuuUUUUUUUUUUuuuuuuuuu na minha vida, que a vou imediatamente sortear aqui no blog!

Quem a quer?

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O fim de uma saga (que mais um bocadinho e metia facas, tiros e sangue)

E eis que, quase dois meses e meio depois do prazo inicial, consigo finalmente resgatar a criatura de quatro rodas das mãos dos seus verdugos.


Yeah para mim!


sábado, 6 de outubro de 2018

Porque o risco é demasiado elevado

Talvez o mais irónico disto tudo seja que os tais homens que, em teoria, poderiam ter “todas as mulheres “, estejam agora condenados a não ter nenhuma.


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

sábado, 29 de setembro de 2018

Cada um com a sua cruz

Já não basta que o consorte da pessoa esteja ausente e, portanto, incapacitado de tratar deste programa da bola, como, por causa de determinadas e vetustas situações, a pessoa esteja condenada a envergar uma t-shirt do Carlos Mané. 



Devo ser a única no estádio. 

Carlos Mané, aqui em cima! Úuuú! Sou super fã!


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Rotinas da Rentrée

Porque nós também queremos estar protegidas quando recebermos aqueles mails do Collégyo!




segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Help!


É que, para variar de assunto podia dedicar-me a pensar na decoração da casa nova, mas estou tão baralhada que não sei o que fazer, quais os móveis que devo levar, os que devo deixar, os que vou levar provisoriamente, os que vão para ficar definitivamente, onde raio os vou pôr, o que é mesmo preciso comprar para já (bem, de coisas absolutamente necessárias já comprei tachos e panelas, que os que tenho – fogão com labaredas – não davam para a placa). Mas depois falta iluminação em imensos sítios – só que, como eu e os meus filhos prometemos mutuamente que não iríamos lá à noite e que só veríamos a vista by night no dia em que nos mudássemos – não sei bem onde é que está mesmo, mesmo escuro, e depois como não sei nada disto compro coisas estúpidas e sem nexo de que me arrependo amargamente no minuto seguinte, e os homens das mudanças vão-me fazer o orçamento na próxima quarta-feira e eu ainda não sei exactamente o que é para levar, e pronto, por mais que tente, sou incapaz de organizar as minhas ideias.

Resumindo: isto foi tudo quanto fiz até agora...

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Só para dizer que estou desde terça feira à tarde a tentar falar com o senhor da marca

Está em formação, dizem...

(espero que seja uma formação em gestão de conflitos e reclamações, ou assim...)

(sabem quando uma pessoa está mesmo, mesmo, mesmo zangada? A deitar labaredas pelos olhos e fumaça pelo nariz? pois...)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Se calhar devia ter-me mantido fiel aos carros alemães...


Sim, tenho alguma vontade de falar sobre um determinado concessionário oficial de uma determinada marca de automóveis, que recebeu um certo sinal para entregar um certo carro numa determinada data e que a adiou um mês (até aí nada de estranho), que nada mais disse e, quando o vendedor é instado para explicar o que se passa, informa a incauta cidadã que a empresa vivência graves dificuldades financeiras, que está impedido de vender mais carros e que todas as viaturas no stand foram penhoradas (!) mas que eu tinha muita sorte (?) porque o meu carro estava a salvo, por desalfandegar, algures em Setúbal, para mandar um e-mail directamente para a marca, para realizar a compra. E então a pessoa, ainda com boa vontade, faz o que a mandam, mas passados dias e dias com e-mails e telefonemas para trás e para a frente, digamos que está assim… bastante irada.

Acabei de receber um mail da marca para classificar a minha experiência com a concessionária e estou aqui a pensar que sou capaz de dar a classificação “filme de gangsters”…

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Assim vão as coisas pelos algarves

Estava eu aqui no meu trabalho, a meio de uma chamada telefónica, quando a minha Maman me manda este vídeo, que tratei logo de ver, e o grito, Senhores!, o grito que dei directamente para o ouvido do meu interlocutor foi de tal forma, que ele ainda deve estar sem audição! 


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Então vamos lá fazer uma tentativa

Lembram-se porventura da Tia Póli, aquela cuja criada só estava autorizada a ver o televisor sentada debaixo da mesa? A que era acordada diariamente pela mesmíssima criada, com a ternurenta frase "então, ainda está vivinha?"


Pois bem, a Tia Póli e a sua criada viveram o suficiente para assistir ao vinte e cinco de Abril, coisa  incompreensível que, naturalmente, e dado o elevado grau de absurdo que encerrava em si mesma, nunca foi convenientemente processada pela arguta mente da velha Tia; Já Maria, a criada, tomou ares de modernidade e considerou mesmo a possibilidade de vir a votar.
Quando um sobrinho transviado se candidatou à Câmara Municipal pelo Partido Socialista, a Tia deu ao caso a importância que parecia ter: trata-se de um cargo governativo, coisa que sempre assentou bem na família.
A criada Maria tirou de facto outras conclusões e quando o candidato bateu à porta para cumprimentar a Tia Póli, a Maria, radiante, espreitando por detrás do ombro da velha tia, levou a mão ao coração e disse alto e bom som, de forma sentida, solene e compassada:
- Senhor Doutor, eu vou votar em si!
Ultrajada, a Tia Póli gritou-lhe por entre um temível ranger de dentes:

- Maria, ponha-se no seu lugar, o Senhor Doutor não recebe votos de criadas!


quarta-feira, 12 de setembro de 2018

É uma estranha situação



Não tenho nada para dizer, quase como se o que tenho a transmitir se limitasse aos meus bonecos, como se só fosse possível fazer uso de uma forma de comunicação, uma janela de cada vez, e a partir do momento em que se abriu a janela das pinturas se tivesse fechado a janela da escrita.


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Porque fiquei cá com a ideia que não ligaram nenhuma...

Gostei mesmo, mesmo deste livro (e, portanto, quero impingi-lo a toda a gente)


(depois, se o lerem, venham-me cá dizer se gostaram)

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Pergunta

Quanta falta de empatia pelo outro teremos de ter para, no momento em que ainda há pessoas a fugir das chamas, verbalizarmos a palavra “sucesso”?

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Este post só pode ser visto depois de porem o vídeo a andar!



ESTÁ?



PUSERAM 


MÚSICA 

A TOCAR?



DE CERTEZA?



VEJAM LÁ...



SE NÃO PUSERAM,

É BATOTA!



TÊM DE CUMPRIR 

AS REGRAS, OK?



PRONTO, 

ENTÃO VAMOS LÁ:
OH DEUSES! 

TUDO O QUE VOCÊS PREVIRAM ESTÁ A ACONTECER !

O CANDEEIRO-SELVA ESTÁ A APODERAR-SE DA CASA!





quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ah, as compras on-line...


E então a pessoa encomenda este candeeiro lindo e maneirinho para a sala de jantar (sim, que o meu mood board é a selva. Já agora, agradecia que passassem a chamar-me Jane) e depois o senhor da transportadora liga-me a dizer que estava à minha porta com a encomenda, mas que não estava ninguém em casa, e eu, ah tem razão, olhe faça-me um favor, entregue aí nessa mercearia pequenina mesmo à frente, que os senhores são muito simpáticos e já me têm recebido coisas, ah muito bem, não desligue (som de passos), bom dia, a senhora aqui da frente pergunta se podem receber esta encomenda que ela não está em casa (cinco segundos de silêncio), pronto, os senhores ficaram com a encomenda, está entregue, muito bom dia. 
Depois a pessoa anda na sua vida, não se lembra mais do candeeiro, e quando chega a casa vê os senhores da mercearia à porta da dita, a acenar com um olhar perdido e ansioso, e a pessoa lembra-se do candeeiro e vai toda contente, ah, é verdade! Está aí a minha encomenda, não é? E eles que sim, sim, está, está! E então a pessoa entra na mercearia, leva as mão à cabeça e percebe por que razão os senhores estão na rua... 

É que tendo em conta o tamanho do caixote, já não cabiam lá dentro...


(Fogo, vocês são mesmo surpreendentes! É mesmo verdade que não gostam?! Ora olhem lá bem!)




segunda-feira, 16 de julho de 2018

Ah o que eu gosto dos stands de automóveis - parte 2

Na Sexta lá telefonei para o stand, que a entrega do carro estava prevista para o fim de Julho, mas como já sei como estas coisas são, que os carros têm de vir nos barcos e podem estar ondas e uma ventania ou assim, e depois não chegam a horas, e eu quero organizar a minha ida para férias, vá de falar ao senhor, que lá me disse que se ía informar e que já me ligava de volta e então, quando me ligou, disse-me que não estava nada à espera daquilo, que foi mesmo uma grande surpresa, mas que, afinal, em vez de serem Julho, o carro só chegava mesmo a vinte e nove de Agosto, pois muito bem, eu por acaso já estava à espera, disse eu, tudo bem, então conto com a entrega lá para o início de Setembro, obrigada, adeus e até breve...

E então, quando ía a desligar, oiço o senhor lá do fundo do telefone a chamar-me e eu "sim, sim, diga":

- Não leve a mal mas eu agora vou enviar um mail ao seu marido a informar.

?
?
?


E assim fez, enviou um mail ao meu marido a informar que o carro que eu vou comprar está atrasado...


sexta-feira, 13 de julho de 2018

E este, mãe, também não gostaste muito, pois não?

Tenho aproveitado, sempre que vou à obra... errrr... casa nova, para levar um saco grande de livros, daqueles livros que já estavam por todo o lado e sem lugar nas estantes. Acontece que as mudanças permitem-nos fazer uma selecção e, na verdade, só me interessam os livros de que gostei, porque os outros não merecem a honra de ficar a ocupar espaço, e então, depois de verificar que já tinha duas boas pilhas de proscritos, comecei a pensar no que raio lhes ía fazer, que bem sei que aqueles outros "livros para dar" que estão em cima da estante do corredor, já lá estão vai para alguns dois anos, até que me lembrei que podia ir pôr os livros no banco da paragem de autocarro, ali mesmo à frente de casa. Escrevi um bilhete "para quem nos quiser ler", que entalei entre as páginas, e fui com a minha filha deixá-los lá. Quarenta e cinco minutos depois já lá não estava nenhum. Depois, quando saímos para jantar, deixámos a segunda pilha. Quando voltámos, todos empoleirados na janela do carro para ver se ainda lá restava algum, constatámos que também já tinham ido todos. E então ficámos a falar sobre aquilo, sobre a viagem dos nossos livros, que os livros que uns não gostam podem ser os livros da vida de outros e que há uma certa beleza nisto de deixar livros na paragem do autocarro para lhes dar uma segunda oportunidade. Fiquei super fã da modalidade. Fiquei eu e ficou a minha filha, que gostou tanto, mas tanto, que agora anda atrás de mim com todos os livros que apanha lá por casa, a perguntar com uma cara esperançosa e olhos suplicantes de ursinho panda "e este, mãe, também não gostaste muito, pois não?".





segunda-feira, 9 de julho de 2018

quarta-feira, 4 de julho de 2018

E então, ficou "uindo" ou quê?



(agora a sério, se querem conselhos sérios para dietas de Verão, esqueçam tudo o que as outras bloggers vos dizem, a verdadeira resposta está nas lantejoulas: é super eficiente! Quem cose lantejoulas ao serão não tem tempo de atacar o armário das bolachas! Um simples fatinho de patinagem representa alguns três quilos! Assim: Tau! limpinhos!)

segunda-feira, 25 de junho de 2018

E então o consorte da pessoa manda-lhe uma fotografia do seu paradeiro


a pessoa faz um zoom e depara-se com esta situação:


Oh páaaaaa... o que é isto?! Um avião, um drone, um míssil balístico ou o maior insecto voador jamais avistado?!



sexta-feira, 22 de junho de 2018

Parece que estou quase a poder fazer a mudança, só me falta a água

E então estive ontem na obra, a que já não posso chamar obra, tenho de me habituar a chamar-lhe casa, portanto, reformulando, estive ontem em casa... na casa (?) a ver o que é preciso de iluminação, candeeiros de tecto e de parede, porque os senhores das obras me disseram que, se lhes desse os candeeiros nos próximos dias, eles ainda mos penduravam, e estou a ficar maluquinha e incapaz de escolher seja o que for, ponho-me a ver candeeiros para o quarto do meu filho, depois distraio-me e já estou a pensar para o corredor e, às tantas, quando dou por mim estou a ver candeeiros para as escadas, depois salto para a cozinha e não me decido por nenhum porque só consigo comprar coisas quando já estou a viver numa casa, mas não posso ir viver para uma casa à luz das velas, por isso, olhem, nem sei o que faça da minha vida.



quarta-feira, 6 de junho de 2018

Por que raio me meto eu nestas coisas?!


E então as treinadoras trouxeram um caixote e chamaram as mães para escolherem os fatos para as filhas participarem no torneio das patinagens, e então as mães e as filhas juntaram-se em volta do caixote e os fatos começaram a sair lá de dentro, fatos uindos, pretos com lantejoulas e transparências, roxos com brilhos e costas sexys, e uma pessoa a sentir frio na espinha a olhar para aquela galeria de horrores, cada um que saía conseguia se pior que o anterior, e a pessoa não acreditava que era possível haver coisas tão feias nesta terra, tão feias e tão desadequadas à idade das meninas, uma coisa ao nível daqueles concursos americanos das misses de cinco anos vestidas como mulheres de vinte e cinco, e então a pessoa perde a cabeça e diz ao ouvido da sua filha, deixa, deixa que eu faço-te um fato muito mais giro, que isto é tudo absolutamente siniiiiiiiiiiistrooooooooo!, e a filha de uma pessoa fica de lágrimas nos olhos, a imaginar-se vestida de farrapos mal engerocados, e a pessoa, sem experiência de costureirinha, a assegurar que sim, que vai fazer uma coisa em condições, uma coisa muito, mas muito, mas mesmo muito (reparem que a pessoa frisou bem estas palavras) mais gira que estas bruxarias assustadoras.

E pronto, é esta a minha situação actual: tenho de costurar um magnífico fato de patinagem artística.


(aceitam-se sugestões e papeis de inscrição num curso de moldes e técnicas avançadas de costura)

Não é por nada...

Mas acho que a epidemia do Letizia Virus sofreu uma profunda mutação e que devíamos estar  atentas ao recente Melania outbreak ...

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Olha… sobrevivi!


E correu tudo bem!

(Tirando, claro, a situação de ter pensado que era melhor não ficar num quarto cá de baixo, porque depois os ía ouvir toda a noite a andar por cima de mim e de ter então optado por ficar com o quarto lá de cima, o quarto cuja porta fica mesmo no vértice do tecto inclinado da sala onde estava a televisão. Com os meninos todos a falar e a rir enquanto jogavam um jogo qualquer de Palystation de dar tiros. E do som subir por ali acima para ficar todo concentrado à porta do quarto – juro que abri a porta duas ou três vezes porque parecia mesmo que eles estavam ali à porta a falar altíssimo para me fazerem  uma partida. Mas não, abria a porta e eles estavam lá em baixo - o som, esse sim, é que estava todo concentradinho lá em cima, tau, tau, tau, ratatatatatátá, ahahahhahhaha, pára, olhá lá à esquerda, vai,vai,  mata-o, ratatátatá, tau, tau, e daquilo só ter parado mesmo às cinco da manhã. de Quinta. Sexta. E Sábado…)

(e aquela outra situação da camioneta de nove lugares, aquela parte em que, para não ter depois de fazer uma inversão de marcha complicada, optei por estacionar mesmo junto ao portão. Numa rampa. Bué inclinada (fiquei a falar assim este fim-de-semana). E depois ter tido algumas dificuldades no ponto de embraiagem, a cada tentativa, a camioneta resvalava sempre mais um bocadinho, e mais um bocadinho, até estar praticamente a deitar o portão abaixo… até que, numa aceleração magistral, fomos finalmente para trás. Bastante depressa…)  

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Só para dar conta da minha situação

Os meus adolescentes estão a ligar algumas seis ou sete colunas em rede...

(temo a revolta conjunta dos aldeões)

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Ainda estou em negação

Não sei bem como é que embarquei nisto, mas quando dei por mim as coisas já estavam em andamento, a roda a girar, impossível de ser parada e hoje verifiquei que já não há volta a dar, que é oficial:

amanhã parto à aventura numa carrinha de nove lugares -praticamente uma camioneta!- com sete adolescentes, para quatro dias de loucura algures na zona oeste. Desejem-me s-o-r-t-e! 

(e se não for pedir muito, se houver aí um médico desse lado, uma baixa médica para descansar durante toda a próxima semana)

terça-feira, 22 de maio de 2018

E o bem que este par (só está aqui um mas são dois) de candeeiros vai ficar com aquela fotografia das meninas de rolos na cabeça?


Acho que nem Kafka conseguia melhor



Foi quando lhe disse que sim, que a íamos admitir, que ela olhou para o chão e me disse desalentada que não tinha documentos, que veio para Portugal com seis anos, que fez cá a escola, que vive cá desde essa altura mas que os pais, que nunca quiseram saber dela, não lhe trataram da documentação enquanto era menor e que, depois de ter deixado a escola e atingido a maioridade, não tem forma de provar que cá reside, que o SEF exige uma série de meses de descontos para a Segurança Social para poder passar a autorização de residência mas que ninguém lhe faz um contrato de trabalho porque não tem autorização de residência (sujeitando qualquer empresa que a contrate a uma multa) e os que o fazem, fazem-no à candonga e sem pagar segurança social. 

Então que peguei no telefone e falei para a pessoa que tem seguido o processo, que me disse “é preciso que alguém lhe faça um contrato de trabalho, é preciso que alguém se arrisque por estas pessoas”, que de outra forma não conseguem os papéis. Então…, mas assim estávamos a cometer uma ilegalidade e podíamos ser multados!… bem sei, disseram-me de lá, mas não há outra forma. Então e se fizermos um contrato-promessa de trabalho? Aí não estávamos a cometer nenhuma ilegalidade… pois, mas assim ela não preenche outro requisito, que é o de provar que tem meios de subsistência, porque não tem ordenado- só uma promessa de ordenado- e, como tal, não lhe dão a autorização de residência. E depois fui ver a lei, e lá está, como requisito de atribuição da autorização de residência a existência de um contrato de trabalho (ou promessa). Acontece que a lei também prevê que as empresas que contratarem trabalhadores sem autorização de residência estão sujeitas a multas que podem ir de dois a noventa mil euros…

E pronto, fiquei a saber que a única forma destas pessoas (condenadas pela lei a viver no limbo, a ser transparentes) serem legais é conseguirem que alguém lhes faça um contrato de trabalho ilegal…

quinta-feira, 17 de maio de 2018

E o que andaste a fazer hoje, Palmier?

Depois de muito pedinchar e insistir, depois de ter sido regiamente ignorada durante meses, desloquei-me secretamente à obra, às escondidas dos arquitectos, para pedir para me porem um estendal. 

(Agora acho que vou lá deixar um copinho de água com uma caixa de Lexotans para quando eles derem com a coisa...)

terça-feira, 15 de maio de 2018

E nestes extraordinários tempos em que toda a gente expõe a sua vida nas redes sociais ao mais ínfimo detalhe


Nós pomos em prática o regulamento de protecção de dados, destruímos papelada, fechamos armários à chave, pomos cadeados nas gavetas, compramos software para mascarar as informações das bases de dados. Caramba, isto parece um ministério em mudança de ministro, a azáfama é tanta que os destruidores de papel aquecem, temos de lhes levantar o capot e soprar, para de imediato continuar com a nossa destruição implacável, secretárias limpas e imaculadas, como se ninguém cá trabalhasse não vá a fiscalização aparecer e aplicar-nos uma grande multa. Depois quando soçobramos com dificuldades respiratórias, exaustos, cobertos de pó e tirinhas de papel, fazemos um intervalo, ligamos o instagram, o facebook e os blogs e lá estão os nossos protegidos, felizes, em casa, na escola, na praia e no campo, expondo os seus próprios dados e os dos filhos, os dos pais, dos avós e do periquito, fazendo valer a nova máxima de Descartes "apareço, logo existo"como se, se não se expusessem, não existissem realmente.

(curiosamente fui só ali num instante às internetes confirmar se naqueles documentos do Estado, de consulta pública, os dados também já estavam ocultos e não, ali está o meu nome, cargo, NIF, estado civil, nome do cônjuge, regime de bens e morada. À distância de um qualquer clique)

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Esqueci-me de trazer o livro para esta situação de esperar que a minha filha ande de patins

Ora, estando limitada ao telefone e com o verão mesmo aí ao virar da esquina, fui para os sites das compras. E o que comprei eu?

 Umas botas... 

(nada como preparar as estações com a devida antecedência, para depois não sermos apanhadas de surpresa por uma aragem mais forte, ou por um aguaceiro ou assim)

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Bem que a marca me podia pagar este post como publicidade!

E então ontem, quando chegámos a casa, disse ao meu filho: olha, tens de me ajudar a levar as coisas que estão no porta-bagagem para cima. E então saímos do carro, abri a porta da bagageira e à visão dos dois sacos de ração de pequena Cutxi, daquela ração que cheira mesmo a ração, ele suspirou desiludido "Ah.... que pena... afinal é a ração da Cutxi... é que me cheirava tãooooooooooooooo bem dentro do carro que pensei que era o nosso jantar ou assim..."

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Fecharam-me no porão sem wi-fi, foi?

Então lá terei de recorrer a métodos ancestrais para saber o que estão a urdir!


Título: Silêncio, minha boa gente! Silêncio, por favor! 
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