quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Irónico é...

Ter passado a vida a avisar as pessoas para recusarem, sempre, ser fiadoras de outrem, já que, em caso de incumprimento do principal devedor, é o fiador que, sem ter incorrido em qualquer dívida, tem a obrigação de a assegurar, e, agora, dar por mim (que nunca pedi dinheiro emprestado a ninguém e nunca assinei nenhum papel a garantir o pagamento de uma qualquer dívida) a ser fiadora do Estado Português...

3 comentários:

  1. Saudades tenho eu das aulas de Direito Fiscal onde me prometiam que o "estado se garantia a si mesmo". Olha para o resultado.

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