terça-feira, 6 de agosto de 2013

E hoje, dia 6 de Agosto de 2013...

Dez anos volvidos e dois filhos depois, consegui, finalmente, voltar a ler na praia...
(e, este, é um momento de tal forma grandioso, que estou a pensar mandar descerrar uma lápide para assinalar a efeméride)

14 comentários:

  1. Os Maias são um must read da estação, não são? Oh pá, a minha edição é tão velhinha, mas vou começar a andar com ela na carteira!

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    1. Muita atenção! A minha edição é nova porque a antiga se desfez com o uso!

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  2. Parabéns Palmier! Fico tão feliz, mas tão feliz por ti que quase podia ser eu.

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  3. Dezanos?! Ainda me faltam tantos! Temo não saber ler quando/se lá chegar! Pior mesmo é se na altura já só houver aquela experiência que o Pipoco anda a ler...

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  4. O primeiro à esquerda sim, o outro nem por isso, ou mesmo nada.
    Estranhei foi não ver, com todo o mundo blogueiro virado para a escrita compulsiva, nenhum romance de referência, com Estilo, tipo sobre Amores e Desamores e coiso e tal.
    E o facto é que tal mistério leva-me a conjecturar muito seriamente sobre o assunto, e...achei!
    Todos os que pensam revolucionar a mundo da literatura com a sua escrita, não devem contar maravilhas sobre eles nem gabarem-se de que sim senhor! É uma obra-prima porque é sabido que qualquer editora paga para o editar. Se pagam carro, casa, viagens, mobília e até, penso, Segurança Social ao pretenso escritor, melhor publicam o livro sem custos.
    Então como saberem se o vosso livro tem algum valor? Fácil: Oferecem-no a amigos ou conhecidos fiavéis que vos merecem credibilidade, e depois pedem-lhes as suas opiniões sinceras.
    Se gostaram e a opinião for sincera, não se coibem de vo-lo dizer.
    Se nunca mais vos falarem nele, ou justificarem com leituras em atraso e que logo a seguir vão pegar no vosso, mas nunca mais voltem ao assunto; então como a pessoa é verdadeira, na maior sinceridade disse-vos que o vosso livro é uma trampa.
    Et voilá!

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    1. Não o podia estragar na praia, certo? ;)

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    2. Mais que certo. Certíssimo!

      (José Wilker em Roque Santeiro) :)

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    3. :D
      (O da direita é do meu filho! Ele está a adorar!)

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  5. Também passei por essa fase, depois voltei atrás e agora estou numa de castelos na areia :)
    Isso é para fazer inveja "aos pobres"? Logo dois de cada vez!
    Boas leituras!

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    1. Ahahahahahahahahahahahahahaha
      O da esquerda é meu, o da direita é do meu filho! Foi a técnica milagrosa que encontrei; ponho-o a ler o dele e fico descansada a ler o meu!

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