terça-feira, 21 de abril de 2015

Estive a ler o primeiro apanhado do "cenário" do PS

E fiquei aqui na dúvida... é uma anedota?


(só acrescentar que sou apartidária e igualmente crítica relativamente a muitas medidas tomadas pelo PSD)

29 comentários:

  1. Palmier, tirou o cabelo dos olhos?

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    1. Ou então muda para os óculos velhos...

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    2. Tenho de ir buscar uns óculos dos anos 90!

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    3. Uns óculos do tempo do Guterres!

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    4. Oh Yeah! Uns de quando Portugal era um país rico! Só que não.

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  2. Doce Palmier,
    É apenas um cenário. Uma espécie de canário com cenas em vez de penas.
    Boa tarde,
    Outro Ente.

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    1. Ahahhahahahahahhaahhahahhahahahahahahhahahahahahahahahahhahahahahahhahahahahahhhahahahaha
      Deve ser isso, deve! :DDDDDDDDDDDDDDD

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  3. Deixe lá, Palmier. Uma anedota é a blogosfera e não é por isso que deixamos de cá vir.

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    1. Mas nós , por enquanto, ainda não temos aspirações a mandar nos dinheiros do pais... se calhar devíamos pensar nisso...

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    2. Falando.se em eventuais aspirações governativas, tendo em conta o material bélico sem uso e com o aproximar da quadra festiva apropriada, seria de todo pertinente considerar um ataque ao poder..

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  4. Não prepararam programa, nunca apresentaram alternativas, pediram ajuda às pessoas para contribuírem com ideias, juntaram um bando de economistas que ninguém conhece...

    Mesmo a sério, isto é um pesadelo! Saber que esta gente vai ocupar a cadeira do poder sem qualquer mérito...

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    1. Desta vez apresentaram alternativas (se bem que o António Costa já veio dizer que não era bem assim...), o problema são exactamente essas alternativas...

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  5. O que me mata é não ter alternativa (credível). O PSD é vergonhosamente incompetente, o PS vergonhosamente aldrabão.

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    1. Repugnância. Os partidos políticos causam-me repugnância...

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  6. É reconfortante pensar que o PS nunca cumpriu promessas eleitorais.

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  7. Palmier,
    e só existem esses dois partidos, portanto? E nós, como num jogo de ténis ou de ping-pong, ficamos só a ver a bolinha andar de um lado pro outro eternamente...
    A alternância é uma estratégia política. É a forma de assegurar a manutenção da mesma política, estruturantes e medidas, quando muda o partido no governo e que, por acaso, anteriormente, era oposição. Há mais de 40 anos que vemos isso cá na terrinha e ainda há quem não entenda.
    Como diria alguém que conheço: "Mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma!"

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    1. Os outros partidos merecem-me exactamente a mesma credibilidade que estes dois. Ou seja, zero...

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  8. Antes de mais e parafraseando Dumas quero lembrar que não vale a pena "discutir" (muito menos opiniões políticas!) porque "as opiniões são como os pregos; quanto mais se martelam, mais se enterram" :) Mas gosto de conhecer o que motiva as pessoas a terem uma ideia em vez de outra qualquer. Eu posso falar da credibilidade de um PS, de um PSD e de um CDS mas só destes porque são os únicos com provas dadas. É como dizer que não se gosta de grelos sem nunca ter provado não é? :P

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    1. Sobra o quê? O Bloco? O PCP? Acho que basta olhar para a Grécia... :)

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    2. Eu acho que devemos olhar para nós e não para os outros. É que há sempre o outro lado da moeda em tudo e em todo o lado. Se formos por aí, podemos falar nos países do Norte da Europa (Suécia, Noruega, etc..) que têm economias estáveis, níveis de vida muito superiores aos nossos em todos os sectores e os seus governos não são de esquerda, certo?
      Nós temos um governo de direita, já tivemos diversas vezes, e vê-se como vai o barco! Escândalos atrás de escândalos sobre fraudes, luvas, etc etc etc! A Grécia também só agora mudou de governo e que eu saiba ainda não se fechou qualquer tipo de negociação pelo que também não há nada a analisar ou comparar.
      Cada país tem o seu contexto histórico. Não vamos lá com comparações. Vamos sim, com conhecimento, com opinião pública fundamentada e participação activa na sociedade.

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    3. Dieta... os partidos em geral não me seduzem, não acredito em nenhum, não passam de sacos de gatos a medir o tamanho das unhas, a ver quem chega lá acima. A ideologia de esquerda não me convence, não vejo o mundo a preto e branco e não acredito no Estado paizinho, metido em tudo e a tomar conta do pobre cidadão... não preciso (nem quero) experimentar...

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