quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Coisas que me atormentam às 17h42 de uma tarde de Agosto

E se de repente começássemos a ouvir tudo, inclusivamente os pensamentos dos outros, aquelas coisas que todos pensamos mas não nos atrevemos a dizer, as que ficam no filtro? Se de repente os nossos pensamentos se tornassem tão densos que todos aqueles que estão à nossa volta os pudessem ouvir?

E se de repente todos os posts que estão em rascunho fossem automaticamente publicados?


29 comentários:

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    1. Sim. :D Era giro começar a deitar para a luz do dia, o que tem em rascunho. ;) Eu tenho em rascunho 51, alguns de 2010 :)

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  2. Respostas
    1. Seria um "de repente" vazio. (Tal como Filipa, não tenho posts em rascunho.)
      Beijos a ambas,
      Outro Ente.

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    2. Como é possível não terem posts em rascunho?! Achei que toda a gente tinha posts em rascunho!

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    3. Eu tb tenho. Mas seguramente seria bem mais medonho exteriorizar os meus pensamentos... ;)

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    4. Nop.
      Ou é para publicar ou é para o lixo. O que não presta hoje, não vai prestar amanhã.

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    5. Normalmente também não tenho posts em rascunho, só um ou outro que faço à noite e agendo para o dia seguinte se sei que não vou estar livre para o escrever "em directo".

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  3. Tenho dois posts em rascunho. Um já esteve publicado, o outro ainda está inacabado.

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  4. Palmier, não deseje uma coisa dessas! O meu filtro vem-se tornando, ao longo dos anos, mais fino como se o desgraçado sofresse de uma espécie de osteoporose. Sim, há momentos de rara lucidez e diplomacia em que ainda consigo enfiar a rolha. Em todos os outros minutos sou uma péssima pessoa, com uma língua muito, mas muito bera.

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  5. Deves ser bruxa, aqui há dias pensei nisso e achei desagradável :D

    No meu caso, a parte chata (para os outros) é que aproveito os rascunhos para guardar códigos HTML de coisas do blog :D

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  6. https://33.media.tumblr.com/96be42347e2b7d310c22593c61ea61e1/tumblr_mxgo0tOR8j1rutx6lo1_400.gif

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  7. Li recentemente um livro em que o protagonista passava a ouvir tudo o que as pessoas pensavam.
    Chama-se "Cornos" e é de Joe Hill, filho do Stephen King. É um livro engraçado e sombrio.
    E, não, ninguém havia de querer ouvir os pensamentos dos outros. Eu dispenso bem. Acredito que esse pessoal anda cheio de pensamentos bizarros. A mim bastam-me os meus. :)

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  8. Palmy, ninguém quer a verdade dos outros, a não ser que seja igual à sua. Guarda lá isso e conta-nos coisas boas.

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  9. C'horror! Tenhos tantas ideias e pensamentos em rascunho. É que deixá-los em papel seria ainda pior...

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  10. Tretas, tretas tretas... Chega Palmier, regresse à Terra e discuta situações realmente importantes, fulcrais para a humanidade, de vida e morte... Ou seja, as MOCHILAS... Palmier, por favor, em nome dos

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  11. O DRAMA... O HORROR... A TRAGÉDIA!!

    Regina

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  12. Quando e onde é que isso aconteceu? Porra, não vi nada!

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    1. Não aconteceu em lado nenhum. Foi só mesmo uma ideia que me passou pela cabeça :)

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  13. :)))))) Eu depois chegava na segunda feira ao escritório e tinha lá a brigada do despedimento com justa causa...
    Nã. Pensa noutra coisa...

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  14. 26 por aqui :) Mas tudo inofensivo (um deles, infelizmente, profético; da véspera da morte do meu pai)

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  15. Se pudéssemos ouvir os pensamentos mais densos formariam uma névoa tão espessa, que para passarmos entre eles, só a machete. Os rascunhos era muito mais fixe, tínhamos que chamar a Desentop.

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